Política
PMDB quer altern�ncia de poder com candidatura T�o
O presidente do Diretório Estadual do PMFB, advogado José Costa defendeu, ontem, a candidatura do senador Téo Vilela como uma ?forma democrática? para uma alternância de poder. Costa revelou estar convencido de que o senador se decidirá pela sua candidatura. ?Avalio que existe uma exaustão administrativa, tanto em nível de município como do Estado. Por isso, alternar é uma saída política para manter a composição com os partidos?, ponderou José Costa. Para o ex-deputado, o governador Ronaldo Lessa (PSB) precisa avaliar a conjuntura que cerca essa eleição. ?Esse processo não decide apenas a eleição deste ano, mas principalmente o quadro para 2004. Particularmente, gostaria de manter o meu voto em Renan para o governo e Ronaldo para o Senado. Espero que consigamos manter nossa aliança?, insinuou Costa. Mesmo reconhecendo o poder desta aliança que uniu PMDB, PSDB e PSB, ele considera que seu partido fica com Téo com ou sem os socialistas. ?Não tenho dúvidas disso. Sempre defendi candidatura própria. Nós marcharemos juntos ao PSDB, mesmo que o PSB não componha?, avisou. Para justificar essa afirmação ele explica que o PMDB, assim como o PSDB, abriu mão de encabeçar as chapas das últimas eleições. Ambos os partidos, segundo avalia, tomaram essa decisão por reconhecerem a importância do ?momento de renovação política?, do Estado e do município. ?Somos aliados e estamos juntos no governo. Fizemos parte dessa coalizão, mas o momento agora impõe novas reflexões?, acredita José Costa. Ele lembrou que o PMDB está unido e com candidaturas em 97 municípios. Ao se referir às candidaturas do interior fez questão de lembrar ?que os prefeitos mais bem avaliados?, são do PMDB. Entre os municípios que elencou estão: Pilar, Delmiro Gouveia e Coruripe. Os passos decisivos para a confirmação ou não do nome de Téo começam a ser dados hoje. É que o senador Téo Vilela, depois de ter reassumido a vaga como senador, chega à capital. O senador manterá os últimos contatos políticos com suas bases e aliados, para na segunda anunciar sua decisão. (MR)