Política
AUMENTO SALARIAL DOS SERVIDORES INJETARÁ R$ 60 MI POR ANO EM MACEIÓ
Reposição e progressões beneficiarão servidores públicos efetivos e comissionados do município
Com a sanção do prefeito JHC, a recomposição salarial dos servidores públicos da capital foi efetivada e mais de 12 mil servidores públicos efetivos e comissionados começarão a receber a mais em seus salários. O reajuste é válido a partir do pagamento dos vencimentos referentes ao mês de outubro. O valor movimentará a economia da capital em até R$40 milhões por ano.
A reposição inflacionária do salário em 3% já está publicada em Diário Oficial (do dia 22 de outubro). De acordo com a secretária de Gestão de Maceió, Rayanne Tenório, o aumento representa o compromisso da gestão de valorização dos servidores, que desde 2018 não tinham reajuste. A Prefeitura de Maceió também está colocando em dia as progressões de 2015/2017 e 2016/2018, que há seis anos estavam paradas. Com isso, serão mais R$20 milhões por ano movimentando a economia da cidade.
“A recomposição salarial superou as expectativas, até porque a gente encontrou o Município em uma situação fiscal bem delicada, mas trabalhamos para chegar em um valor que atendesse aos servidores e sempre dentro da responsabilidade fiscal”, disse a secretária Rayanne Tenório.
Ela reforçou ainda que todas as tratativas para determinar o valor da recomposição salarial foram feitas em diálogo com os servidores. “Convocamos uma mesa de negociação, e tudo isso foi discutido e acordado com os representantes dos servidores em diversas reuniões”, pontuou a secretária. A recomposição salarial, reforça Rayanne Tenório, vem em um momento necessário e contribuirá com a qualidade de vida dos servidores. “É um sinal de esperança e mostra que a gestão do prefeito JHC se preocupa e quer deixar um legado de justiça e valorização. Este gesto é de muito impacto e ainda mais no momento que estamos vivendo, com a pandemia e aumento da inflação. Com certeza, vai trazer muitos benefícios para os servidores”, completa a secretária de Gestão do município. Segundo o secretário municipal de Economia, João Felipe Borges, os reajustes só puderam acontecer com a realização de um trabalho responsável.
“O ajuste fiscal elaborado pela gestão nos primeiros meses possibilitou um espaço fiscal, que permitiu não só o salário em dia, mas também a volta das implementações das progressões - que estavam há seis anos sem ser implantadas - e a recomposição salarial”, finalizou o secretário.
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Vale lembrar que o secretário João Felipe sempre deixou claro que a “casa não estava arrumada”. Tanto que apenas a partir do mês de agosto é que os comissionados, por exemplo, começaram a receber seus vencimentos até o dia 5 de cada mês. De acordo com a Secretaria Municipal de Economia, a herança da administração anterior foi de R$ 332 milhões de deficit nos cofres. O que prejudicou bastante a organização das contas públicas do município. “É o reflexo de um esforço de toda uma administração, onde todos os secretários tiveram que fazer mais com menos. Serem mais eficientes”, destacou o secretário de Economia.