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Herança

ECONOMISTAS COBRAM TRANSPARÊNCIA NA EVOLUÇÃO DA DÍVIDA

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Nenhum dos 27 deputados estaduais e muito menos a maioria dos economistas de Alagoas conhecem com precisão a evolução, o impacto e o valor exato da dívida pública do estado, apesar de o Portal da Transparência apresentar a movimentação do orçamento anual. A Assembleia Legislativa não recebeu nenhum extrato ou outro documento relativo a impactos financeiros da gestão Renan com medidas de distribuição de dinheiro na educação, aplicações de recursos do tesouro estadual em obras de infraestrutura, na saúde, da autorização de empréstimos que passam de R$3 bilhões com bancos nacionais e internacionais. “Hoje, não temos nenhum dado técnico para revelar com precisão a herança que ficará para o próximo governador. Existe uma caixa misteriosa com os números da dívida pública e o secretário [de estado da Fazenda] George Santoro, sentou em cima”, desabafou o deputado Davi Maia (DEM). As fontes oficiais que defendem o governador, entre eles o próprio Santoro, sustentam que o estado está equilibrado econômica e financeiramente. A folha do funcionalismo, que estava em R$ 350 milhões/mês —antes do aumento de 10 e 15% autorizado pelo governo —está abaixo dos 35% da Lei de Responsabilidade Fiscal, que autoriza gastos prudentes de até 49% do orçamento fiscal.

EMPRÉSTIMO

Em abril do ano passado, a Gazeta divulgou que o pedido de empréstimo de R$ 700 milhões junto ao Banco do Brasil, autorizado pela ALE, comprometeria a dívida pública, que estava em R$ 8,8 milhões.Pela justificativa, o montante seria para a conclusão das obras de duplicação de rodovias no Agreste, Sertão, Litoral Norte e Sul. AF

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