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Política

Vereadores querem explica��o sobre multas

A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Maceió registrou, ontem, requerimento na ordem do dia, solicitando a presença do diretor-geral do Detran/AL, José Brandão, e do superintendente municipal de trânsito e transporte, José Rubens. No documento, é solicit

Por | Edição do dia 17/04/2002 - Matéria atualizada em 17/04/2002 às 00h00

A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Maceió registrou, ontem, requerimento na ordem do dia, solicitando a presença do diretor-geral do Detran/AL, José Brandão, e do superintendente municipal de trânsito e transporte, José Rubens. No documento, é solicitado que ambos prestem esclarecimentos sobre o sistema de recolhimento e cobrança de multas de trânsito na capital alagoana. A data para esse evento será definida posteriormente. Existe um projeto de lei na Câmara determinando que a SMTT envie todo o mês ao Poder Legislativo Municipal um documento sobre a prestação de contas da arrecadação mensal das multas de trânsito. “É preciso que apreciemos esse projeto para evitar qualquer dúvida a respeito da lisura do processo”, frisou o presidente da Casa, Maurício Quintella, lembrando que cerca de 80% das multas cobradas são cobradas pelo Detran. O vereador João Luiz (PGT) apoiou o requerimento (aprovado), relembrando que ele mesmo foi vítima da cobrança de multa de trânsito considerada por ele como “duvidosa”, por ter sido registrada num domingo, às 8h da manhã, na Avenida da Paz, horário que, na avaliação do vereador pastor João Luiz, não há policiamento de trânsito. “Considero um absurdo isso é questiono: - quem rouba mais: o sistema de cobrança de multas ou se o guarda que foi pego em flagrante aceitando uma espécie de propina no valor de R$ 10,00?”(relembrando episódio registrado pela imprensa televisiva na semana passada). O vereador João Luiz aproveitou para criticar a forma como parte da imprensa tratou a matéria sobre o padre de Palmeira dos Índios, que foi preso em flagrante fumando maconha. “É claro que não concordo com o uso da droga, mas acho que o padre é um ser humano como qualquer um de nós e que não pode ser julgado dessa forma. Quem tiver de pé cuidado para não cair”, alertou. A vereadora Nenen Breda referendou as palavras de João Luiz.

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