Política
RÉGIS CONFIRMA PRÉ-CANDIDATURA AO GOVERNO DO ESTADO
Ex-deputado federal diz que seu nome surge da necessidade de discutir alternativas às forças postas até o momento
A sucessão estadual ganhou mais um nome, esta semana, com a confirmação da pré-candidatura ao governo do Estado do professor de jornalismo e ex-deputado federal Régis Cavalcante (Cidadania). Em entrevista ao jornalista Abdias Martins, da Rede Antena Sete, ele confirmou que está no pleito e vai sustentar seu nome até o final. Régis explicou que o partido é de pequeno porte e não representa forças políticas tradicionais. Por isso, não tem aparecido com destaque nas pesquisas eleitorais.
“Temos 2% dos votos, depois que já colocaram nas pesquisas. Lá atrás, quando disputei a prefeitura de Maceió, começamos com 1% e cheguei a ir para o segundo turno. Eleição não é corrida de cavalo. Quem é quem está na frente? Quando a campanha começar para valer é que as pessoas terão condições de avaliar”, explicou.
Régio ressaltou que sua candidatura surge como consequência da necessidade de o Estado discutir alternativas as forças postas até o momento. E mais: que ela é parte da federalização que uniu o seu partido, o Cidadania, ao PSDB e ao MDB. Conforme lembrou, é dessa união que saiu a pré-candidatura da senadora Simone Tebet (MDB).
“Ontem (quinta) terminou a primeira reunião dos três partidos que lançou a senadora Simone Tebet pré-candidata à Presidência da República, apoiada pela federalização que tem o MDB, o Cidadania e o PSDB. Ela representa uma candidatura para representar o Centro, sem extremar posições e apresentar um programa para o país generoso que trate não do ódio e que enfrente a realidade do país”, defendeu Régis.
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Em sua avaliação, o fato de Simone estar no processo radicalizado com dois polos é a oportunidade de o País conhecê-la como alternativa. Como mulher e do MDB, Régis reafirmou que o partido tem lado e força para enfrentar a realidade política local.
Segundo explicou, a federação, em Alagoas, tem autonomia para conversar e buscar alianças. Ele lembrou que, até há alguns meses, o PSDB tinha um senador da República que “flertou” com forças políticas que não tinham a ver com a orientação partidária.
“O senador Rodrigo Cunha quis fazer da federação uma espécia de Big Brother, uma casa onde iam liquidando as pessoas. A política não é isso e não é um leilão. A federação tinha que criar um projeto de governo”, explicou Régis para justificar sua candidatura.
A construção de um projeto político alternativo ao que tem sido amplamente explorado na mídia é a grande missão da federalização no Estado. Régis confirmou que o Cidadania trabalha para a construção de um projeto para o Brasil e, também, para Alagoas.