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‘GESTÃO COM VISÃO DE FUTURO’ Ao ser lembrado sobre a situação de miséria vivida por um terço da população (1,1 milhão de habitantes- IBGE) que teve a fome agravada na recessão provocada pela pandemia do coronavírus, Collor revelou que pretende fazer uma gestão com olhar social e visão de futuro. “A população que mais necessita, precisa saber que estou do lado dela e com visão de futuro. Os que conhecem a minha história política sabem que sou capaz de ter o olhar de futuro, porque o Brasil, nesse

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Ao ser lembrado sobre a situação de miséria vivida por um terço da população (1,1 milhão de habitantes- IBGE) que teve a fome agravada na recessão provocada pela pandemia do coronavírus, Collor revelou que pretende fazer uma gestão com olhar social e visão de futuro. “A população que mais necessita, precisa saber que estou do lado dela e com visão de futuro. Os que conhecem a minha história política sabem que sou capaz de ter o olhar de futuro, porque o Brasil, nesse particular de abrir para as inovações, é visto como antes e depois de Collor”.

O senador afirmou que a sua gestão na Presidência da República foi de abertura comercial, de desenvolvimento tecnológico, da telefonia celular e outras inovações. “Hoje, ninguém se movimenta no Brasil sem o celular no bolso. Na campanha de presidente em que fui eleito [em 1990], não tinha celular. No primeiro ano como presidente trouxemos a telefonia móvel, abrimos o Brasil, renovamos a nossa frota de veículos que eu dizia que a gente se movimentava em carroças. Houve uma revolução na indústria automobilística. Portanto, esta visão de futuro eu tenho. As pessoas sabem disso”.

Ao ser questionado sobre a diferença do tempo que foi eleito presidente e este momento de esfacelamento da economia mundial, por conta da recessão provocada pela Covid 19 no mundo inteiro, de guerra entre a Rússia e Ucrânia, e o que mudará se chegar ao governo de Alagoas?, ele respondeu: “É por isso que vai valer a maturidade. Os tempos que estão por vir são sombrios. Teremos uma recessão mundial muito maior, grandes dificuldades na economia mundial e naturalmente isto vai se refletir no Brasil. Por isso, precisamos de um presidente que saiba enfrentar esses problemas, que tenha contatos como os de Bolsonaro, que fez aquela visita ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, naquele momento antes da guerra com a Ucrânia. Por conta desse compromisso, que estava agendado e Bolsonaro cumpriu, chegaram no Brasil 26 navios, cada um com 700 toneladas de grãos e fertilizantes para a nossa próxima safra da agricultura e para atender o nosso mercado de grãos”.

Collor defendeu que é preciso também ter nos governos dos estados saídas para esta conjuntura adversa que está por vir, governadores ligados ao presidente da República e sendo respeitados pelo governo federal. “Como eu sou um ex-presidente da República, o meu diálogo em Brasília será em outros patamares. Caso venha a ser eleito, será o primeiro caso na república de um ex-presidente, eleito pelo voto popular, voltar a ser governador do seu próprio Estado. Isso para mim será uma honra inominável”, disse o pré-candidato. AF

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