loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
segunda-feira, 27/07/2026 | Ano | Nº 6275
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Política

Política

CONGRESSO APROVA LDO COM SALÁRIO MÍNIMO DE R$ 1.294 MARCELO BRANDÃO AGÊNCIA BRASIL A sessão do Congresso Nacional de ontem terminou com a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023, além da aprovação de Projetos de Lei do Congresso (PLN) referentes a créditos suplementares. A LDO determina as metas e prioridades para os gastos públicos e oferece os parâmetros para elaboração do projeto de lei orçamentária do ano que vem. Sua votação era necessária até o dia 17 de julho, para poss

Ouvir
Compartilhar

A sessão do Congresso Nacional de ontem terminou com a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023, além da aprovação de Projetos de Lei do Congresso (PLN) referentes a créditos suplementares. A LDO determina as metas e prioridades para os gastos públicos e oferece os parâmetros para elaboração do projeto de lei orçamentária do ano que vem. Sua votação era necessária até o dia 17 de julho, para possibilitar que os parlamentares entrassem em recesso no dia 18 em caráter oficial. O texto-base do projeto de lei da LDO foi aprovado com 324 votos a favor contra 110, na Câmara dos Deputados, e 46 votos a favor contra 23, no Senado. O projeto apresentado pelo governo prevê que no próximo ano as contas públicas do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) deverão fechar 2022 com deficit primário de até R$ 65,91 bilhões e estabelece salário mínimo de R$ 1.294 para o ano que vem.

O principal ponto da LDO aprovada hoje diz respeito à execução das chamadas emendas do relator-geral do Orçamento (RP9), que somam R$ 16,5 bilhões no Orçamento deste ano, mas podem chegar a R$ 19 bilhões no ano que vem.

OBRIGATORIEDADE

Inicialmente, o projeto trazia a obrigatoriedade da execução dessas emendas, mas desde a sessão de segunda-feira, várias críticas a essa obrigatoriedade fizeram o relator, senador Marcos Do Val (Podemos-ES), mudar de ideia.

Shorts Youtube
Play
Polícia prende um dos principais líderes do Comando Vermelho no Rio de Janeiro

Polícia prende um dos principais líderes do Comando Vermelho no Rio de Janeiro

Play
Árvore desaba sobre carro e complica trânsito na Leste-Oeste

Árvore desaba sobre carro e complica trânsito na Leste-Oeste

Play
Homem é atingido por três tiros em tentativa de homicídio no bairro Cruz das Almas em Maceió

Homem é atingido por três tiros em tentativa de homicídio no bairro Cruz das Almas em Maceió

Play
Acidente no Eixo-Quartel: motorista bate em poste e capota

Acidente no Eixo-Quartel: motorista bate em poste e capota

Play
Duas pessoas são baleadas no Vergel em Maceió

Duas pessoas são baleadas no Vergel em Maceió

“Então, eu estou suprimindo, de pronto, o art. 81-A, do parecer da Comissão, relativo à impositividade da RP-9”, disse Marcos Do Val ainda na sessão de ontem, após ouvir parlamentares, assessores e consultores. A decisão do relator agradou a oposição e abriu caminho para aprovação da LDO no início da tarde.

A maior divergência a respeito das emendas RP9, de acordo com seus críticos, sempre esteve na falta de transparência em relação a quem as recebe e qual o valor repassado.

Na prática, essas emendas podem ser usadas como moeda de troca de favores políticos, como votações a favor de projetos ou até mesmo no apoio a chapas para presidência da Câmara ou do Senado. Deputados ou senadores que recebem dinheiro de emendas devem investi-lo nos estados em municípios, como, por exemplo, em construção de escolas, reforma de rodovias ou hospitais.

Relacionadas