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Almeida: “Alian�a ser� definida em 48h”

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O candidato do PDT, deputado Cícero Almeida, disse ontem, na Assembléia Legislativa (ALE), que nas próximas 48 horas será divulgado o nome do partido ou dos partidos que o apoiarão no segundo turno. ?Neste momento, não posso adiantar detalhes da reunião que tive há pouco, mas nas próximas 48 horas teremos novidades a serem divulgadas?, disse Almeida, ontem à tarde na Assembléia. Indagado sobre a possível direção que será tomada por sua candidatura em busca de aliados, ele foi subjetivo. ?Já sabemos o que queremos, mas ainda estamos aguardando. Eles [do conselho político da campanha] é que estão conduzindo todo o processo?, afirmou o candidato. Base A base das negociações conta com a experiência do ex-deputado João Neto. Ontem, ele foi procurado pela GAZETA, mas não foi encontrado. Segundo fontes ligadas a ele, Neto tem evitado o assédio para ?não falar demais?. Se por um lado os assessores de Almeida evitam falas públicas, o deputado João Lyra, presidente do PTB, disse que ?tudo está sendo feito com calma?. Ele acompanhou a chegada a Maceió de sua aeronave, um helicóptero, que trouxe ontem do interior para a capital o presidente do Tribunal de Justiça, Washington Luiz, vítima de uma ?mal súbito? provocado pelo aumento de sua pressão. Washingtone foi trazido de Piranhas, cidade onde tem residência, acompanhado de seu irmão, o prefeito Inácio Loiola. Lyra avaliou como ?normal? o resultado das eleições. ?Tudo isso que aconteceu, para nós, já estava dentro do que esperávamos. Agora, é trabalhar tudo de novo?, analisou o deputado licenciado. A posição de Lyra é um fato novo nesse momento. Isto porque ele e seus assessores acreditavam na vitória de Almeida ainda no primeiro turno. ?Política tem dessas coisas?, ponderou Lyra. Movimentação Enquanto PDT e PTB se movimentam para atrair aliados, o PPS do ex-candidato Regis Cavalcante também se articula para saber que rumo vai tomar no segundo turno. Regis ficou com a quarta colocação na eleição, o que lhe proporcionou a conquista de pouco mais de 30 mil votos, um cacife razoável para acertos políticos. ?Nós estamos reunidos com o Diretório Nacional, mas também teremos opinião própria?, disse Juca Carvalho, que foi candidato a vice. Carvalho adiantou, em tom de aviso, que em Salvador (BA) e em Porto Alegre (RS) o PPS, ?em situações diferentes, apóia ou é apoiado pelo PDT?. (MR)

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