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PMDB define hoje quem vai apoiar na capital

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ODILON RIOS O PMDB e o PSDB definem hoje, às 10h, na Casa da Comunicação, qual dos candidatos a prefeito vão apoiar no segundo turno da eleição para prefeito de Maceió. Além dos senadores Renan Calheiros (PMDB) e Teotonio Vilela Filho (PSDB), o terceiro colocado na corrida municipal, José Wanderley Neto (PMDB) estará presente para anunciar a escolha entre Cícero Almeida (PDT-PTB) e Alberto Sextafeira (PSB-PT). ?Os senadores e eu vamos acabar onde começamos: na Casa da Comunicação. Depois, vamos comemorar no sábado com um churrasco?, disse Wanderley, que teve quase 68 mil votos no primeiro turno ? mais que o dobro de Regis Cavalcante. O senador Renan Calheiros, informou Wanderley, estava ontem em Brasília e retorna hoje, sem hora marcada, para conversar com Téo Vilela. A disputa pelo apoio dos peemedebistas e tucanos mobilizou os caciques do PDT, PTB e PFL, que apóiam Cícero Almeida, e o governador Ronaldo Lessa, pela candidatura de Sextafeira. (Veja matéria abaixo). O começo Foi na Casa da Comunicação que os senadores lançaram, no início de agosto, os nomes de Wanderley e Jorge VI (PSDB), este como vice, após um complicado processo na escolha do candidato que assumiria a vaga de vice na chapa de Wanderley. Depois de resistências, Jorge VI aceitou entrar na disputa, abrindo mão da candidatura à reeleição na Câmara de Vereadores. Em 2002, PSB, PSDB e PMDB se uniram para eleger os senadores Renan, Téo e o governador Ronaldo Lessa. A aliança acabou sendo rompida neste ano, nas eleições municipais, mas apenas na capital, já que Lessa se recusava a atacar os aliados nos meios de comunicação e até elogiava os senadores e o próprio Wanderley, ao mesmo tempo tentando defender a prefeita Kátia Born (PSB) das acusações nos meios de comunicação, protagonizadas também nos programas de Cícero Almeida. ?Quieto? José Wanderley foi ouvido ontem pela GAZETA depois de realizar uma cirurgia na Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde é cardiologista. ?Meu sentimento pessoal era ficar quieto, não participar do segundo turno, mas a decisão é também do grupo?, avaliou, sem querer adiantar detalhes sobre apoios na capital. ?O quadro local é imprevisível?. Ele reclamou da disputa municipal no primeiro turno que, segundo ele, ?foi agressiva em relação a mim?, mas não falou se guarda ressentimentos de algum dos candidatos. Nos ataques, foram lembradas a mãe de Wanderley e o Hospital Geral, que teria sido perdido para a Justiça Federal na gestão de Wanderley, como secretário de Saúde do governo de Divaldo Suruagy (1995-1997).

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