Política
Ibope confirma vantagem de Almeida na luta pelo 2� turno
MARCOS RODRIGUES A primeira pesquisa do Ibope para o segundo turno da eleição em Maceió mostra o candidato Cícero Almeida (PDT-PTB) com 12 pontos à frente de seu adversário, Alberto Sextafeira (PSB-PT). A pesquisa foi divulgada ontem pela TV GAZETA. Segundo o Ibope, Almeida tem 48% das intenções de voto, enquanto Sextafeira obteve 36% das preferências. Foram ouvidos 602 eleitores de Maceió, entre os dias 11 e 13 ? de segunda a quarta-feira desta semana. A margem de erro é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos. Considerando a margem de erro, Sextafeira pode estar com 40% (limite para mais) ou 32% (para menos), enquanto Almeida, pelo mesmo critério, ficaria com 52% ou 44%. A pesquisa foi registrada no Cartório da 3ª Zona Eleitoral de Maceió, em exigência da legislação eleitoral. Comparação Em relação ao primeiro turno das eleições, o candidato do PDT manteve sua liderança na casa dos 40 pontos percentuais. Sextafeira apresenta uma tendência de crescimento, mas ela não se converteu, segundo a pesquisa, na virada dos números do primeiro colocado. Ainda em relação à primeira etapa do processo de sucessão da prefeita Kátia Born, a pesquisa do Ibope aponta uma diminuição do número de eleitores que votam nulo ou em branco. Segundo os números divulgados ontem, esses eleitores, somados, representam 16%. Nas consultas do 1º turno, a soma chegou a ultrapassar 20% do eleitorado. Isso se refletiu nas urnas. Os números oficiais do Tribunal Regional Eleitoral registraram que 37 mil eleitores votaram nulo ou em branco. O detalhe é que isso ocorreu em uma eleição que contou com seis candidatos, depois da renúncia de Ildo Rafael, do PMN. Espontânea Na pesquisa espontânea - onde o eleitor cita em quem vota sem o auxílio de nomes apresentados ? o candidato Cícero Almeida manteve a liderança com 45%, enquanto Sextafeira aparece com 33%. Nesse tipo de consulta, além da alteração nos índices dos votos válidos, os números de eleitores que votariam nulo ou branco também variaram. Eles representam, somados, 21% dos entrevistados na pesquisa espontânea.