Política
SEDUC DIZ QUE VISITA DE TÉCNICOS A ALDEIA FOI PARA VIABILIZAR CONSTRUÇÃO DE ESCOLA
Em nota enviada à redação da Gazeta de Alagoas, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) contestou informações publicadas na reportagem intitulada “Seduc manda reformar escola que não existe na tribo Koiupanká”, publicada na edição do último dia 13. Na nota, o órgão confirmou ter havido uma visita da equipe da Superintendência de Engenharia e Tecnologia da Informação (Sueti) àquela comunidade indígena, mas não para reformar e sim para finalizar o processo licitatório para a construção de uma escola na comunidade.
Segundo a Seduc, a tribo Koiupanká - assim como outras comunidades indígenas de Alagoas - será contemplada com a construção de uma escola com seis salas de aula e uma quadra de esportes. O processo licitatório foi finalizado no dia 2 de agosto e, agora, o Executivo estadual cumprirá os prazos e as providências legais para início das obras, que serão realizadas sob a coordenação das secretarias de Estado da Educação (Seduc) e da Infraestrutura (Seinfra). A ação faz parte de um conjunto de obras que vão universalizar o acesso à educação básica em todas as comunidades indígenas de Alagoas. Serão construídas 12 unidades escolares, sendo 8 com 4 salas de aula e outras 4 unidades com 6 salas de aula e quadra esportiva. Com isso, o Estado vai zerar todas as demandas de escolas para os povos indígenas de Alagoas.
OUTRO LADO
O jornalista Arnaldo Ferreira, autor da reportagem, reafirma as informações contidas na matéria e esclarece que lhe foram repassadas pelo cacique Akoanã (Damião Torres da Silva), pelo diretor da escola indígena improvisada professor Oporá AnãÁrreia-Árreia (João Francisco da Silva) e pelo cacique mais velho Inaquair (José João da Silva), que afirmaram ter estranhado a cobrança dos técnicos que queriam reformar a escola que está sendo esperada há 16 anos.
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