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Judson Cabral � candidato � presid�ncia da C�mara

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MARCOS RODRIGUES A eleição para a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Maceió terá mais um capítulo decidido até a quinta-feira (25). É que a oposição, que tem maioria na Casa, se reunirá para escolher o nome que representará o grupo. O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Celso Luiz (PSB), entrou nas discussões depois de procurado pelos vereadores eleitos Marcelo Malta (PCdoB) e Eduardo Canuto (PV). Os dois chegaram à Câmara na coligação do candidato Alberto Sextafeira (PSB-PT). Canuto contou com o apoio direto do presidente da ALE. Já Marcelo Malta tem ligações familiares com Celso. Entre os vereadores da oposição, ou ?Grupo dos 12?, existe um afunilamento de nomes. Dos quatro iniciais, dois se destacam para a escolha: Judson Cabral (PT) e Galba Novaes (PL). O governador Ronaldo Lessa (PSB) procura manter aparente distância, mas defende, junto aos assessores mais próximos e quadros do partido, o nome do vereador Judson Cabral (PT). Na avaliação do governo, é a chance de consolidar a aliança feita com os petistas para a eleição. Apoios Ontem, por telefone, o vereador Judson Cabral adiantou à GAZETA que contaria com apoios importantes para a escolha de seu nome. Até o seu partido, que foi dividido para a sucessão da prefeita Kátia Born (PSB), uniu-se em torno de sua candidatura. A presidente do partido em Maceió, Cláudia Amaral, assumiu as discussões e a defesa da candidatura de Judson. ?Uma certeza é que estou na disputa?, disse Judson. ?Apresentarei meu nome na reunião com os demais vereadores. Entre as pessoas que já fizeram contato conosco estão Alan Balbino (atual presidente) e o vereador Marcelo Malta?, citou Judson. Ele disse também que o fato de Galba Novaes ter sido o vereador eleito com o maior número de votos, não lhe garante a indicação, no grupo, para a Mesa Diretora. ?Uma coisa não se mistura com a outra?, disse. Com um discurso conciliador, Cabral fala como futuro administrador. Segundo revelou, a atual Mesa Diretora está deixando ?todas as condições para um bom trabalho?. Os funcionários também foram lembrados pelo petista, que destacou o seu envolvimento com os problemas da categoria. Se conseguir ser escolhido na votação interna que acontecerá no Grupo dos 12, Cabral pretende ?diminuir a distância?, entre a Câmara e a população. O vereador do PT disse que a relação com o prefeito eleito Cícero Almeida será de ?independência?. Ele avalia que a Câmara deve manter uma relação administrativa com o prefeito, mas retomará seu papel fiscalizador. Pelas regras da eleição para a presidência da Câmara, vence quem obtiver a maioria simples, ou seja 11 votos, dos 21 vereadores. A situação conta apenas com os votos dos vereadores eleitos na coligação do prefeito eleito. Com chances de serem escolhidos para a disputa, em plenário, José Márcio (PTB) e Arnaldo Fontan (PFL).

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