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MJ PEDE INQUÉRITO SOBRE ATUAÇão DOS INSTITUTOS DE PESQUISA DA REDAÇÃO COM CNN O ministro da Justiça, Anderson Torres, encaminhou à Polícia Federal (PF) um pedido de abertura de inquérito sobre a atuação dos institutos de pesquisas eleitorais. Em publicação nas redes sociais, Torres afirma que o pedido atende à representação recebida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) que aponta “condutas que, em tese, caracterizam a prática de crimes perpetrados” por alguns dos institutos. Log

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Imagem ilustrativa da imagem MJ PEDE INQUÉRITO SOBRE ATUAÇão DOS INSTITUTOS DE PESQUISA
DA REDAÇÃO
COM CNN
O ministro da Justiça, Anderson Torres, encaminhou à Polícia Federal (PF) um pedido de abertura de inquérito sobre a atuação dos institutos de pesquisas eleitorais.
Em publicação nas redes sociais, Torres afirma que o pedido atende à representação recebida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) que aponta “condutas que, em tese, caracterizam a prática de crimes perpetrados” por alguns dos institutos.
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O ministro da Justiça, Anderson Torres, encaminhou à Polícia Federal (PF) um pedido de abertura de inquérito sobre a atuação dos institutos de pesquisas eleitorais. Em publicação nas redes sociais, Torres afirma que o pedido atende à representação recebida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) que aponta “condutas que, em tese, caracterizam a prática de crimes perpetrados” por alguns dos institutos. Logo que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou o segundo turno das eleições presidenciais — a ser disputado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) — os aliados do atual presidente começaram a questionar as pesquisas eleitorais que subestimavam o desempenho do segundo colocado. Na última projeção realizada pelo instituto Ipec, por exemplo, divulgada no dia anterior às eleições, Bolsonaro tinha 37% das intenções de voto. No levantamento feito pelo Datafolha na mesma data, o mandatário tinha 36% das intenções. Em ambos os casos, a margem de erro era de dois pontos percentuais. Um dos pontos pode explicar a divergência, de acordo com especialistas, é o conceito de “voto útil” — segundo o qual o eleitor vota de forma estratégica em um candidato que não necessariamente é a sua primeira opção. Outra possibilidade levantada é de que a divergência nos resultados tenha sido provocada por questões de metodologia.

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