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TSE COBRA EXPLICAÇÕES DO TRE/AL SOBRE MOVIMENTAÇÃO DE PMs

Tribunal superior também quer saber sobre mala de dinheiro apreendida no primeiro turno das eleições no Estado

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Imagem ilustrativa da imagem TSE COBRA EXPLICAÇÕES DO TRE/AL SOBRE MOVIMENTAÇÃO DE PMs
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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, cobrou explicações do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas sobre a movimentação de policiais militares às vésperas das eleições gerais do primeiro turno nos 102 municípios e detalhes da operação da Polícia Federal que resultou na apreensão de mala de dinheiro num hotel da capital no suposto caso que envolveria o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Victor (MDB). A informação foi confirmada pela assessora de Comunicação do Tribunal, a jornalista Flávia Gomes de Barros, ao revelar que o presidente do TRE/AL, desembargador Otávio Leão Praxedes, já encaminhou ao TSE dois ofícios com as informações solicitadas pelo ministro Moraes. O teor dos ofícios não foi revelado.

Com relação às denúncias de supostas irregularidades neste segundo turno divulgadas pelas redes sociais, o Tribunal Regional Eleitoral está incentivando os 2,3 milhões de eleitores a utilizarem os canais da Justiça Eleitoral, como Pardal, Ministério Público, juízes de eleitoral e a própria polícia a denunciarem aliciamentos, compra de votos e qualquer outro tipo de ilícito eleitoral. A orientação do TRE é também do Tribunal Superior Eleitoral e foi justificada por causa das inúmeras denúncias divulgadas recentemente pelas redes sociais.

DENÚNCIAS

Em Alagoas, o aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, recebeu 522 denúncias de propaganda irregular e crimes eleitorais até o primeiro turno das eleições deste ano. A menos de duas semanas para a eleição do segundo turno do País e de Alagoas, não foi registrado nenhuma suposta irregularidade [no período de 3 de outubro até a terça-feira (11)] nos canais oficiais da Justiça Eleitoral. Por outro lado, nas redes sociais as denúncias se multiplicam e parte de todos os lados. A maioria se trata de fake news que revelam fontes que investigam as informações mentirosas.

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“As pessoas ainda acham que as denúncias feitas através das redes sociais, seja marcando os perfis do TRE ou encaminhando vídeos e fotos através de mensagem, têm alguma relevância. Para a Justiça Eleitoral e também para o Ministério Público, é preciso que qualquer tipo de denúncia seja feita nos canais adequados, pelo aplicativo Pardal ou portal institucional”, explicou a assessora de Comunicação do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL), a jornalista Flávia Gomes de Barros.

A jornalista é responsável pelo gerenciamento dos perfis do Tribunal nas redes sociais (Instagram, Twitter, Facebook, TikTok, YouTube e Kwai). A assessora destaca, ainda, que os usuários sempre cobram uma postura das instituições quando compartilham a denúncia, mas não sabem que a única forma de fazer com que os crimes eleitorais sejam efetivamente investigados é denunciando de forma correta. “Se não for desta maneira, ficamos de mãos atadas”.

Além do aplicativo Pardal, a propaganda irregular e os crimes eleitorais podem ser denunciados no portal do Ministério Público Federal – MPF (mpf.mp.br/mpfservicos), no Observatório Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB (oab-al.org.br/observatorio-eleitoral) ou em qualquer cartório eleitoral, presencialmente. Ainda de acordo com a assessora de Comunicação, a Justiça já fiscaliza as propagandas veiculadas em rádio, TV e jornais. “Nós precisamos do eleitor na rua, pois não dá para ter um juiz eleitoral ou um membro do Ministério Público em cada esquina. Esse papel cabe ao cidadão e essa parceria nos rendeu muitas denúncias no primeiro turno”, enfatiza..

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