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Lyra est�o no topo do ranking econ�mico

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Em novembro do ano passado, os grupos empresariais Carlos Lyra e João Lyra foram os primeiros colocados no ranking dos dez maiores grupos familiares do setor produtivo com origem no Estado. O ranking foi elaborado pela Editoria de Economia da GAZETA ouvindo consultores, economistas, entidades de classe empresariais e empresários. Além disso, se baseou, principalmente, em informações do mercado e no patrimônio empresarial dos grupos familiares, já que nem sempre o faturamento declarado é o verdadeiro. Nove dos dez maiores grupos familiares alagoanos fazem parte do setor sucroalcooleiro e apenas um, o Grupo Coringa, de Arapiraca, encontrou na cultura do fumo a origem de seu patrimônio. Em terceiro lugar, depois dos grupos Carlos Lyra e João Lyra, ficou o grupo Tércio Wanderley, que tem quatro usinas e uma das maiores construtoras do Estado, a Cipesa. Em seguida vem o Grupo Tenório, do empresário João Tenório, com duas usinas, participação na fabricação de derivados do coco (Socôco) e empresas do segmento de limpeza e alimentícios, com marcas como Vitamilho, Palmeiron, Bem Te Vi e Invicto. O quinto, sexto e sétimo lugares foram disputados pelos grupos Toledo, Olival Tenório e Maranhão. Este último é reconhecido pelo volume de produção e aparece com duas usinas e uma fábrica de adubos. O Grupo Toledo, com quatro usinas, sendo uma em São Paulo, teria uma usina a mais do que o grupo Olival Tenório. Na oitava posição ficou o Grupo Seresta, de José Aprígio Brandão Vilela, com uma usina e investimentos na produção de leite e na criação de animais de raça. Na nona posição, ficou o empresário Ricardo Sampaio, que tem sociedade com um primo na Usina Roçadinho e recentemente comprou duas empresas do segmento de laticínios da Fleischmann Royal. Em décimo lugar, viria o grupo Coringa, com cerca de 40 marcas populares de produtos derivados do fumo, milho e café ? único não ligado ao setor sucroalcooleiro.

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