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MINISTÉRIO DA INFRAESTRUTURA INVESTIRÁ R$ 432 MI EM RODOVIAS DE AL

Valores serão usados em ações de conservação e recuperação de estradas e adequação de trechos de BRs

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Imagem ilustrativa da imagem MINISTÉRIO DA INFRAESTRUTURA INVESTIRÁ R$ 432 MI EM RODOVIAS DE AL

O Ministério da Infraestrutura anunciou um investimento prioritário de cerca de R$ 432 milhões em melhorias no setor rodoviário de Alagoas para este ano. Os valores serão usados em ações de conservação e recuperação de estradas e adequação e construção de trechos das BR-101 e BR-416, no Estado. O andamento dos empreendimentos foi apresentado pelo DNIT [Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes ao ministro Renan Filho, na última segunda (27), segundo informações publicadas pela Agência Brasil.

Na matéria consta que fazem parte das ações prioritárias para 2023 a conservação e recuperação de ativos da União em sete rodovias federais; a conclusão da duplicação do lote 4 na BR-101/AL, a licitação dos três lotes remanescentes da duplicação da BR-101/AL – 2, 6 e 7 – a elaboração dos projetos de contenção e início das obras da erosão em Marechal Deodoro, também na BR-101/AL; e pavimentação da BR-416/AL entre as cidades de Colônia Leopoldina e Ibateguara.

“Precisamos ter esse olhar mais detalhado do andamento das obras em cada unidade da Federação. Graças ao trabalho do presidente Lula, temos o orçamento necessário para começarmos o árduo trabalho de recuperar nossas estradas. Agora, nosso dever é executá-las e entregá-las da melhor forma para a população, permitindo fluidez e segurança nas rodovias”, afirmou o ministro Renan Filho. Na quinta-feira, 16, Renan informou que o Estado possuía R$ 236 milhões em recursos disponibilizados pelo presidente Lula. O valor apresentado na segunda, no entanto, é quase o dobro (R$ 442 milhões) do já anunciado pelo próprio ministro. Na ocasião, Renan disse, ainda, que a expectativa é que, em breve, o alagoano possa usufruir de vias duplicadas e mais seguras. “Em relação à duplicação da BR-101 em Alagoas, há algumas soluções a serem dadas em trechos muito importantes. Tivemos as obras na BR paralisadas por muito tempo por falta de entendimento com algumas comunidades indígenas. O governo postergava a solução, criava muito problema e, ao invés de conciliar, promovia uma disputa, que terminou resultando na paralisação da obra em alguns trechos e todo mundo saiu perdendo, pois esses trechos são muito perigosos, registram muitos acidentes e estão há mais de dez anos com as obras paralisadas”, afirmou.

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