Política
Macei� � a capital que tem menos PSF
O secretário municipal de Saúde, João Macário de Omena, esteve na Câmara Municipal de Maceió para apresentar, logo após a sessão de ontem, o balanço semestral das atividades do órgão. Macário apresentou aos vereadores as metas alcançadas, os objetivos futuros e as dificuldades que vêm sendo encontradas pela secretaria. De acordo com o secretário, a receita do órgão no primeiro semestre foi de R$ 84.728.584,86, sendo R$ 51 milhões de repasses do governo federal, R$ 600 mil de rendimentos com aplicações, R$ 321 mil com a taxa de vigilância sanitária, R$ 45 mil repassados pelo Tesouro Estadual para a campanha de vacinação contra a poliomielite, além de R$ 32 milhões de recursos próprios, por meio do repasse constitucional de 15% da receita do município, também destinada à Educação. ?A administração municipal está repassando 16,66% de sua receita para a Secretaria de Saúde, mais do que preconiza a Constituição Federal?, observou Macário. A Secretaria Municipal de Saúde tem hoje, em despesas empenhadas, R$ 82 milhões e mais R$ 7 milhões em despesas a pagar. PSF O secretário João Macário revelou que apenas 27% da população alagoana recebe assistência médica das equipes do Programa de Saúde da Família (PSF). Até o final do ano, segundo Macário, mais 12 equipes do PSF deverão começar a atuar. Outras 12 equipes podem iniciar suas atividades no ano que vem. ?A nossa meta é atingir 80% de cobertura em Maceió, que hoje é a capital com menor cobertura do PSF no País?, revelou Macário. A Secretaria de Saúde gasta hoje quase 80% de sua receita com o tratamento de doenças que poderiam ser prevenidas. |PV