loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Política

Política

Caixa dever� ficar com as contas do Estado

Ouvir
Compartilhar

| LUIZA BARREIROS Repórter Oficialmente, até ontem o governo do Estado ainda não havia decidido se irá desistir da licitação, marcada para o próximo dia 13, para contratação do banco que vai operar a conta-salário dos servidores públicos e a conta-fornecedor do Estado. A desistência só acontecerá se o Estado fechar com o Banco do Brasil (BB) ou a Caixa Econômica Federal (CEF), que ofereceram propostas financeiras para ficar com o direito à exclusividade na administração dos recursos. A chance de que a licitação não ocorra ficou maior ontem: durante uma reunião com representantes da Polícia Militar, o vice-governador Luis Abílio revelou que a Caixa Econômica Federal (CEF) ? que hoje detém 70% das contas ? havia apresentado ?a melhor proposta? para continuar com as contas. A informação foi divulgada no parágrafo final de uma matéria da Secretaria de Comunicação sobre o reajuste dos militares. Segundo o vice-governador, a construção de casas para os PMs, reivindicação apresentada pelas entidades, será atendida a partir de um convênio que deverá ser assinado pela Caixa Econômica, que propôs a construção de nove mil casas para o Estado como um dos benefícios para ficar com as contas. O valor mínimo da concorrência é de R$ 42 milhões. REAÇÃO AO PFL Ontem, Abílio reagiu aos ataques feitos ao governo na propaganda partidária do PFL exibida na sexta-feira em rádio e TV. ?Foi um programa propositalmente desmemoriado?, definiu. ?Eles [do PFL] atacam o nosso governo desonestamente, porque manipulam dados e tentam esconder o passado desastroso em que sucessivos desgovernos, sob a responsabilidade deles, geraram os indicadores econômicos e sociais mais vergonhosos e alarmantes da nossa história?, complementou. Abílio desafiou o PFL a comparar ?publicamente? os indicadores de gestão do atual governo com os índices de janeiro de 1999, quando o governador Ronaldo Lessa tomou posse. Abílio comparou números da mortalidade infantil. Segundo ele, as estatísticas registram 68 óbitos de crianças nascidas para cada grupo de mil, em 1998. ?Os dados oficiais mais recentes já comprovam que o índice caiu para 30 por mil. É ainda alto, mas ele revela que as políticas estão no caminho certo?, disse.

Relacionadas