Política
Casas de Taquarana n�o fazem parte do acordo CEF-Estado
O superintendente da Caixa Econômica Federal (CEF) em Alagoas, Élvio Ament, corrigiu ontem uma informação que havia transmitido à imprensa durante entrevista coletiva concedida na última terça-feira. Ament havia informado que o município de Taquarana iria receber 300 casas populares dentro das 9 mil unidades acordadas entre a Caixa e o governo estadual nas negociações em torno da conta-salário dos servidores da administração pública. O acordo prevê a construção de 3 mil casas em Maceió e outras 6 mil em municípios do interior do Estado. Segundo a assessoria da CEF, na realidade, as casas que serão construídas em Taquarana são referentes a um outro processo aberto pela Prefeitura de Taquarana e analisado pela instituição bancária, dentro do programa de operações coletivas da CEF. Nesse programa, a prefeitura procura uma agência ou a superintendência da instituição e manifesta o interesse em contratar as operações coletivas, com a apresentação de um projeto enquadrado nas condições básicas exigidas pelo banco. O projeto é avaliado pela Gerência de Apoio ao Desenvolvimento Urbano (Gdur), responsável pela análise dos aspectos sociais e de engenharia do projeto. As casas que serão construídas no interior do Estado, referentes ao acordo do governo com a CEF, custarão R$ 8 mil cada uma e serão destinadas a famílias que possuem renda mensal de até R$ 300,00. Ament chegou a se referir às operações coletivas envolvendo o município de Taquarana, mas respondeu afirmativamente quando questionado se as 300 casas a serem construídas no município estão incluídas nas habitações populares acertada com o governo do Estado. Ontem, corrigiu o informe. Durante a entrevista coletiva em que a informação sobre as casas de Taquarana foi passada, o superintendente da CEF esclareceu diversas vezes que havia retornado de férias no dia anterior e que não estaria a par de todos os assuntos sobre os quais foi questionado pela imprensa. |PV