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Ju�zes t�m apoio contra o crime organizado em AL

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| GILVAN FERREIRA Repórter O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, desembargador Estácio Gama, e os seis juízes que integram o Núcleo de Combate ao Crime Organizado (NCCO) receberam ontem o apoio de 16 entidades civis e representantes dos setores da área de segurança pública de Alagoas. Os representantes das 16 entidades, entre elas, a OAB, Ministério Público, Associação dos Magistrados de Alagoas (Almagis), Associação dos Procuradores de Justiça, Defensoria Pública do Estado e Secretaria de Defesa Social do Estado, entregaram uma moção de apoio ao presidente do TJ de Alagoas. Frutas podres O desembargador Estácio Gama disse que a criação do Núcleo de Combate ao Crime Organizado já apresentava os primeiros resultados. Gama cobrou uma maior participação dos órgãos de segurança pública, inclusive, para extirpar o que ele chamou de ?frutas podres?. ?Nós plantamos uma árvore e já estamos colhendo os primeiros frutos e é preciso reforçarmos o trabalho de combate ao crime organizado em Alagoas, inclusive, precisamos extirpar as frutas podres dessa árvore?, recomendou. Um dos seis magistrados do Núcleo de Combate ao Crime Organizado (NCCO), o juiz auxiliar da presidência do Tribunal de Justiça de Alagoas, Diógenes Tenório, explicou a necessidade das medidas adotadas pelo núcleo, como decreto de prisões e expedição de mandados de busca e apreensão, e rebateu as críticas e os questionamentos sobre a constitucionalidade das ações do núcleo. ?Todas as nossas ações estão dentro da Lei. Não estamos substituindo o poder dos juízes naturais. Nós somos o elo que se fundiu para combater o crime organizado em Alagoas?, reforçou Tenório. No final do encontro, os representantes das 16 entidades prometeram oferecer o apoio político, logístico e constitucional ao NCCO, e tiveram um sinal de que a reação de alguns setores do Tribunal de Justiça estaria sendo ?arrefecida?.

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