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Advogada de suspeitos aponta novos nomes

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GILVAN FERREIRA Repórter A advogada Mary Any Vieira Alves, que atua na defesa do sargento Madeiros e do assessor parlamentar Luiz Henrique Oliveira - que tiveram as prisões decretadas pelos juízes do Núcleo do Combate ao Crime Organizado (NCCO) - sob acusação de envolvimento em uma série de homicídios, prometeu entregar hoje ao diretor do Departamento Metropolitano de Polícia (Demep), delegado Alcides Andrade, o nome do deputado estadual envolvido no assassinato do assessor parlamentar Edvaldo Guilherme da Silva, o Baré-Cola, no último dia 14 de janeiro. Segundo Mary Any, Baré-Cola foi assassinado por romper e invadir a área de atuação do suposto parlamentar, que terá seu nome revelado hoje durante seu encontro com o delegado Alcides Andrade, que acusa o assessor parlamentar Henrique Oliveira de ter sido um dos três pistoleiros que atiraram em Baré-Cola. ?Eu recebi a informação que o Baré-Cola foi assassinado a mando de um deputado estadual, que o acusava de invadir a sua área política (curral eleitoral) na Ponta Grossa. O crime foi cometido por três homens, entre eles, dois policiais civis, sendo que um deles é muito parecido com o Henrique. Eu vou passar todos os nomes dos envolvidos, quem matou, quem mandou matar e quem deu apoio. O que eu quero é que o delegado Alcides passe a apurar as informações que vou repassar para ele?, afirmou Mary Any Vieira. Expulsão A advogada Mary Any Vieira disse que o sargento Medeiros não vai se apresentar hoje ao comando da Polícia Militar. Segundo a assessoria da Secretaria de Defesa Social (SDS), caso o sargento Medeiros não se apresente hoje, ele vai passar a ser considerado desertor e responderá a um inquérito militar. ?O sargento Medeiros só vai se apresentar daqui a 30 dias. Ele está sob atestado médico e nós vamos apresentá-lo no final desse prazo ao juiz da auditoria militar. O atual comandante da PM está com uma obsessão para expulsar o sargento Medeiros, mas se isso acontecer nós vamos entrar com um recurso para anular essa decisão?, garantiu Mary Any Vieira. Segundo o comando da PM, foi aberta uma ?parte de ausência?, que funciona como a 1ª etapa do processo de exclusão. Medeiros está foragido desde o dia 4 de janeiro. ?Ele tinha oito dias para se apresentar. Prazo termina hoje e, caso ele não compareça, vai ser considerado desertor e passará a responder a um inquérito militar?, afirmou um ofícial do comando da PM.

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