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PT reafirma dist�ncia do PSDB

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O presidente do diretório estadual do PT, deputado Paulo Fernando dos Santos, o Paulão, disse ontem que o partido ?não tem pressa? para decidir sobre o lançamento ou não de candidatura própria ao governo estadual. Porém, evitou dizer que a legenda estava fora das negociações do ?frentão?, que podem decidir pela candidatura do senador Teotônio Vilela Filho (PSDB). ?Não temos pressa. A lógica do governador é anunciar o nome do Téo no dia 27. Essa é a lógica dele, do PDT, não a nossa?, afirmou o deputado. Téo problema Ele contou que o partido, lançando candidato próprio, vai ter o apoio do PV e do PC do B. Incluiu nas negociações o PSB. ?A candidatura de Téo teria dificuldade de ter nosso apoio. A probabilidade é de marcharmos com esses partidos?. Paulão disse que o PT ?continuaria dialogando? com o ?frentão?: ?Não temos que ter concordância com o resultado que for colocado na semana que vem?, avaliou. PSDB e PT estão em campos opostos na composição nacional com ou sem a manutenção da verticalização nas eleições deste ano. PSB A presidente estadual do PSB, Kátia Born, tenta convencer os petistas a ficarem no ?frentão?. ?Temos um adversário forte, que é o deputado João Lyra (PTB). A gente sabe da sua capacidade financeira?, contou a secretária. ?O governador está conversando, vai falar em separado com o PT. O adversário maior em Alagoas não é Lula ou Alckmin?, afirmou, referindo-se ao presidente da República e ao governador de São Paulo, candidato a presidente, Geraldo Alckmin. ?Tenho esperança que o PT fique?, analisou. Os presidenciáveis do PT e PSDB vão assumir um discurso ferozmente crítico tanto da era do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso quanto o governo petista, o que afasta os petistas alagoanos do palanque do ?frentão?. Reunião Born disse, ainda, que na segunda-feira o partido fez uma reunião com 50 diretórios municipais, além dos 15 prefeitos do PSB. ?Daqui para sexta-feira muita água vai rolar. Mas acho que não podemos indicar candidato próprio?. O PT estava nesta reunião. Na quinta-feira será julgada a continuação ou não da verticalização. Nacionalmente O PSB, nacionalmente, está na base do governo do presidente Lula e poderá apoiar em Alagoas o senador tucano. ?Não vamos ter palanque para Lula aqui??, perguntou. Questionada sobre o apoio à candidatura de Téo, lembrou: ?Se o vice governador Luis Abílio abrir a candidatura dele e Renan Calheiros, presidente do Congresso Nacional, o candidato é Téo. Claro que o PSB apóia. E eu também?. Kátia, também secretária de Saúde, já teve alguns atritos, de maneira indireta, com Téo Vilela. Depois de sair da prefeitura da capital, Born colocou Lessa na parede e pediu a Secretaria de Saúde, que pertencia aos tucanos, na administração estadual. Alijado, o PSDB não gostou da perda de uma secretaria de peso (Saúde) provocada pelo governador alagoano, e se afastou das composições palacianas desde o ano passado. Neste ano, houve a reaproximação dos grupos. |OR

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