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Corregedor apela pela volta do “prov�o”

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| ODILON RIOS Repórter O corregedor-geral de Justiça, desembargador Washington Luiz, disse ontem em entrevista à Gazeta que vai recorrer da decisão do conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Jirair Aran Meguerian, que concedeu liminar suspendendo o ?provão? da magistratura alagoana, o polêmico Índice de Produtividade de Juízes (IPJ). O conselheiro deu prazo de 20 dias para que o Tribunal de Justiça (TJ) se pronunciasse sobre a decisão, que não é definitiva porque depende da aprovação ou não do pleno do conselho. Não há data determinada para que isso aconteça. ?Teremos um prazo de 20 dias para apresentar as nossas razões. Vamos apresentá-las, dizermos que o que trata a resolução é uma coisa, o que trata o IPJ é outra e aguardar o julgamento do mérito, em que todos os conselheiros serão ouvidos?, disse o corregedor. O IPJ ou ?provão? da magistratura, como ficou conhecido, é o mais novo elemento de uma crise entre a Associação dos Magistrados Alagoanos (Almagis) e a Corregedoria Geral de Justiça. A Almagis não quer o provão; a corregedoria quer mantê-lo. O índice avalia os magistrados com notas de 0 a 100, a partir de processos despachados e arquivados. Para a Almagis, o critério não é justo porque não se avalia a situação das comarcas. Para a corregedoria, o critério é válido para melhorar o desempenho e descobrir possíveis falhas no Judiciário. ?O que não podemos deixar de reconhecer é que nosso interesse é o melhor. Queremos motivar os magistrados para que possam produzir mais. Os números que temos são irrefutáveis: menos de 300 processos tramitando na Câmara Criminal?, destacou o corregedor. ///

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