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Nº 5735
Política

300 italianos v�o �s urnas, em Alagoas

| PETRÔNIO VIANA Repórter Em Alagoas, cerca de 300 entre os quase 400 italianos residentes no Estado, segundo o Consulado, estão aptos a votar nas eleições da Itália, que ocorrem no próximo domingo, 9, e segunda-feira, 10. O prazo para a entrega das céd

Por | Edição do dia 07/04/2006 - Matéria atualizada em 07/04/2006 às 00h00

| PETRÔNIO VIANA Repórter Em Alagoas, cerca de 300 entre os quase 400 italianos residentes no Estado, segundo o Consulado, estão aptos a votar nas eleições da Itália, que ocorrem no próximo domingo, 9, e segunda-feira, 10. O prazo para a entrega das cédulas preenchidas para os consulados terminou na tarde de ontem e o índice de cédulas devolvidas foi de aproximadamente 38% das que foram enviadas. De acordo com informações passadas pelo Consulado da Itália no Recife, cuja circunscrição abrange 12 estados do Norte e Nordeste, existem nas duas regiões cerca de 3.300 italianos aptos a votar. O empresário italiano Giuseppe Cartisano, residente há mais de 20 anos no Brasil, participou das eleições. Cartisano observa que, mesmo participando das eleições à distância, foi preciso acompanhar as discussões entre as duas correntes que disputam o poder na Itália. A corrente governista, liderada pelo atual primeiro-ministro, Silvio Berlusconi - o magnata das comunicações da Europa - e a corrente de oposição, encabeçada pelo ex-primeiro-ministro Romano Prodi e pelo ex-prefeito de Roma, Francesco Rutelli. ### Líder da esquerda enfrenta bilionário | DA EDITORIA DE POLÍTICA Com agências A eleição na Itália está sendo disputada por duas amplas coalizões, uma de centro-esquerda e outra de centro-direita, cada qual com seu candidato a primeiro-ministro. O empresário bilionário Silvio Berlusconi, de 64 anos, é o candidato da aliança de centro-direita Casa da Liberdade, formada em torno de seu partido, Forza Italia. O ex-prefeito de Roma, Francesco Rutelli, de 47 anos, é o candidato da coalizão de centro-esquerda, Oliveira, que se mantém no poder há cinco anos. O objetivo das duas frentes é conseguir uma maioria nas duas câmaras parlamentares - a Câmara dos Deputados, com 630 cadeiras, e o Senado, com 315 cadeiras. Setenta e cinco por cento dos membros de cada Casa são eleitos por maioria de votos obtidos nos distritos eleitorais, e o restante por representação proporcional. Depois da eleição, as duas câmaras parlamentares vão eleger seus presidentes e os membros vão formar suas bancadas. O presidente italiano, Carlo Azegi Ciampi, vai então consultar os presidentes da Câmara e do Senado, os líderes das bancadas e ex-presidentes para decidir a quem será oferecido o cargo de primeiro-ministro. Pela constituição italiana, o presidente não tem nenhuma obrigação de entregar o cargo ao candidato indicado pela coalizão vencedora. |PV ///

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