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Anistia Internacional acompanha j�ri

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A possibilidade de um novo adiamento do julgamento dos cinco acusados de envolvimento no assassinato do vereador de Coqueiro Seco, Renildo José dos Santos, ocorrido em março de 1993, pode levar a prescrição do processo - que já tem 13 anos - que acontece daqui a dois anos. O julgamento dos acusados está marcado para a próxima segunda-feira, 23, e será acompanhado por representantes da Anistia Internacional, mas a confirmação ainda depende do julgamento de uma liminar impetrada pelo advogado do fazendeiro José Renato de Oliveira e Silva, José Costa, no Supremo Tribunal Federal (STF). O promotor Marcus Mousinho avalia que o caso pode ficar impune e lembra que o ex-prefeito de Coqueiro Seco, Tadeu Fragoso - um dos principais envolvidos no caso - já foi inocentado da acusação de ser um dos mandantes da morte do vereador. Mousinho é o autor da denúncia contra o fazendeiro José Renato de Oliveira e Silva, pai do ex-prefeito de Coqueiro Seco, Tadeu Fragoso; o sargento Luiz Marcelo Falcão; o soldado Valter da Silva e os policiais civis Antônio dos Santos Araújo e Paulo de Lima, acusados de envolvimento na morte de Renildo José dos Santos. Por ter foro privilegiado, Tadeu Fragoso não foi a júri popular e foi inocentado pelo pleno do Tribunal de Justiça de Alagoas. Segundo o advogado José Costa, o julgamento seria ?nulo de pleno direito?, já que o próprio STF anulou, em 21 de setembro de 2003, a Ação Penal contra o então prefeito Tadeu Fragoso e seu pai, o fazendeiro José Renato de Oliveira. GF ///

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