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Foro privilegiado abre discuss�o jur�dica

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| CARLA SERQUEIRA Repórter Um ?mal-estar? entre promotores e juízes instalou-se em meio às apurações sobre o assassinato do cabo eleitoral Edvaldo Guilherme da Silva, o ?Baré-Cola?, morto no Dique Estrada, em janeiro deste ano, com 14 tiros de pistola. O deputado estadual Marcos Barbosa (PPS) - ao lado dos policiais civis Ivanildo Barbosa, seu irmão, e mais Gilvan Santos e Everaldo Feitosa, e do assessor parlamentar Henrique Oliveira - foi indiciado pelo homicídio. A polêmica na ala da Justiça é sobre quem tem a competência de julgar o deputado, já que ele teria foro privilegiado. Na segunda-feira, 22, o procurador-geral de Justiça Coaracy Fonseca requisitou o inquérito. Ontem, como revelou a Gazeta, juízes e promotores estranharam o fato, já que o caso estava sendo investigado pelo Núcleo de Combate ao Crime Organizado, de acordo com os promotores do Tribunal do Júri Eduardo Tavares, Alfredo Gaspar de Mendonça e Márcio Roberto, e mais o juiz Maurício Breda, do NCCO. ### Deputados defendem prerrogativas | PETRÔNIO VIANA Repórter O deputado Marcos Barbosa (PPS), além de voltar a negar seu envolvimento na morte de ?Baré-Cola?, falou sobre a polêmica causada pelo inquérito do caso em que está indiciado: ou seja, se ele poderia ser julgado pelo Tribunal do Júri ou pelo Tribunal de Justiça. ?Não seria o caso de se discutir a súmula do STF, mas se o inquérito está realmente apurando o fato ou se está totalmente equivocado e servindo aos propósitos espúrios de uma advogada que articulou tudo isso para defender o seu cliente?, assinalou Barbosa. ///

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