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Delegado pede pris�o de Marcos Barbosa

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GILVAN FERREIRA CARLOS ROBERTS Repórteres O delegado Arnaldo Soares de Carvalho encaminhou ontem ao Tribunal de Justiça (TJ) pedido de prisão preventiva do deputado estadual Marcos Barbosa (PPS), principal acusado de ser o mandante do assassinato do cabo eleitoral e líder comunitário Edvaldo Guilherme da Silva, Baré-Cola, 47 anos, ocorrido em 14 de janeiro deste ano em um campo de futebol, no Conjunto Joaquim Leão. Além do deputado Marcos Barbosa, o delegado Arnaldo Soares pediu as prisões do irmão do parlamentar, o ex-chefe de serviço da Delegacia de Marechal Deodoro, Ivanildo Barbosa, e os policiais civis Everaldo Verçosa e Gilvan dos Santos, indiciados como autores materiais do crime. ### Viúva identificou os suspeitos do crime O anúncio do relatório final do inquérito foi feito ontem pela manhã, em entrevista coletiva à imprensa, convocada pelo diretor-geral da Polícia Civil, delegado Robervaldo Davino, e com o delegado Arnaldo Soares de Carvalho e o diretor de Polícia Metropolitana, Eduardo Maia. De acordo com Carvalho, o crime só foi esclarecido depois que duas testemunhas e a viúva de Baré Cola, Ana Adália Rocha, decidiram colaborar com as investigações e apontaram os policiais civis Everaldo Verçosa e Gilvan Santos, que trabalhavam como assessores do parlamentar, como os autores materiais do crime. ### Decisão vai balizar ações contra políticos O delegado Arnaldo Carvalho revela, em seu relatório, que a morte de Baré-Cola foi provocada por uma quebra de acordo político que não teria sido cumprido pelo deputado Marcos Barbosa. No acordo, com valores não revelados à imprensa, o cabo eleitoral faria campanha para o deputado Marcos Barbosa na região do Trapiche, Ponta Grossa e Vergel. |GF E CR ///

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