loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 23/07/2026 | Ano | Nº 6273
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Política

Política

Almeida aguarda ilegalidade da greve

Ouvir
Compartilhar

MARCOS RODRIGUES FÁBIA ASSUMPÇÃO Repórteres O impasse que cerca a negociação dos professores da rede municipal, em greve desde o dia 2 de maio, com a prefeitura, deve continuar. Ontem, o prefeito Cícero Almeida voltou a comentar o seu desejo de saber a posição da Justiça sobre a paralisação e aguarda pela decretação de ilegalidade da greve. Na avaliação do prefeito, o movimento de greve acontece por pressão dos sindicalistas que não cobravam aumento de salário na gestão passada. ?Já tentamos de tudo e até o momento, oferecendo o que podíamos?, voltou a defender Almeida. Já a categoria não se abalou com as ameaças de corte do ponto durante os dias parados. Ontem pela manhã, os professores realizaram uma manifestação na frente da prefeitura. ### Nas escolas, merenda só a conta-gotas Além do impasse com os professores, a prefeitura ainda continua impedida de abastecer regularmente as escolas do município com a merenda escolar. Desde que o Ministério Público suspendeu o processo de terceirização, quase 20 mil alunos estão prejudicados. O secretário Barnabel Bezerra informou, por meio de sua assessoria, que continua confiante na reversão jurídica do caso. O estoque de alimentos que estava presente em algumas escolas, que não aderiram à greve, foi doado pela empresa SP Alimentos, a mesma que teve o contrato colocado sob suspeita pelo Ministério Público. |FA e MR ### Em Arapiraca, 30 mil ficam sem aulas | MAIKEL MARQUES Repórter Arapiraca - Centenas de professores da rede de ensino de Arapiraca fizeram, ontem, nova manifestação pelas ruas do centro da cidade para protestar contra o governo municipal. Eles estão em greve desde o dia 17, deixando mais de 30 mil alunos sem aula. Inicialmente, os educadores cobraram reajuste de 20%, mas o corpo técnico da prefeitura fez estudo e acenou com 10%. Diante da negativa dos professores, o prefeito Luciano Barbosa (PMDB) elevou a proposta de reajuste para 13%. Não houve acordo e a greve continua. ///

Relacionadas