Política
Advers�rios evitam os ataques diretos
| ODILON RIOS Repórter O primeiro dia do Guia Eleitoral dos candidatos ao governo alagoano não teve ataques frontais nem as esperadas denúncias da situação nem da oposição, nem tampouco os candidatos apresentaram propostas concretas de como administrar o Estado. O primeiro guia entre os majoritários foi marcado, na verdade, pela mesmice e por antigos e superados clichês como ?forças do atraso?, ?isso me traz emoções?, ?sou alagoano de coração?. Mesmo assim, não sobraram ataques, feitos de maneira indireta, sem citar nomes, pelo senador Teotonio Vilela Filho (PSDB) e pelo deputado federal João Lyra (PTB), que polarizam a disputa ao governo; o advogado Ricardo Barbosa (P-SOL) também expôs ataques, e se agarrando à imagem da senadora Heloísa Helena (P-SOL), candidata a presidência da República; a sindicalista Lenilda Lima (PT) também colou a imagem do presidente Lula a sua campanha. ### PT e P-SOL apostam em nomes nacionais A petista Lenilda Lima preferiu investir na imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Listou algumas propostas para o Estado, de maneira bem superficial, para ?vencer o retrocesso? ou ?libertar o Estado?. Uma estratégia que não foi diferente dos outros candidatos. ?É a única candidata com canal direto com Lula?, enfatizou o locutor. No discurso, as promessas para retirar Alagoas ?de séculos de atraso? e as imagens externas, com abraços no povo, beijos, sinais com as mãos e apenas a imagem de Lula na televisão, sem ainda pedir votos para a candidata alagoana. O ex-prefeito de Aracaju, Marcelo Déda, não é eleitor no Estado mas pediu votos a Lenilda. ///