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Política

Crise na sa�de op�e governos e hospitais

| Carlos Alberto Jr. Repórter Sindicatos, governos do Estado e do município e a rede privada de Saúde parecem não se entender sobre uma das piores crises por que passa o setor. As acusações surgem de todos os lados. Ontem, na reunião do Conselho Estadua

Por | Edição do dia 30/11/2006 - Matéria atualizada em 30/11/2006 às 00h00

| Carlos Alberto Jr. Repórter Sindicatos, governos do Estado e do município e a rede privada de Saúde parecem não se entender sobre uma das piores crises por que passa o setor. As acusações surgem de todos os lados. Ontem, na reunião do Conselho Estadual de Saúde, quem deu o tom foi o presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde, Francisco Lima. “A saúde em Alagoas passa por sua pior crise em todos os tempos”. A secretária estadual de Saúde, Jacy Quintella, que estava sendo esperada e iria presidir a sessão, não compareceu. ### Mais hospitais fecham no interior, diz sindicato O presidente do Sindicato dos Hospitais de Alagoas, Humberto Gomes de Melo, afirmou que a situação da saúde é crítica, não só em Alagoas, mas no Brasil. “A população está desassistida há muito tempo. Não existe atendimento para todos que precisam”, disse. Segundo ele, 93% da população alagoana depende do atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). “Para completar, as operadoras de planos de saúde não têm demonstrado interesse em ampliar o número de pessoas”, explicou. ### Secretária nega acusações e elogia a rede conveniada O presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde, Francisco Lima, afirma que a saúde em Alagoas está vivendo seu pior momento em todos os tempos. “A situação é de penúria. Trata-se da pior crise da saúde no Estado. Esta ameaça é coletiva, pois atinge os municípios, o Estado e a Federação”, revelou o sindicalista. Para Francisco, os servidores da saúde estão sendo também prejudicados pela crise. ///

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