loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quarta-feira, 05/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Política

Política

Disputa na Assembl�ia mexe com TCE

Ouvir
Compartilhar

| ODILON RIOS Repórter A disputa por uma vaga na presidência da Assembléia Legislativa acabou abrindo a bolsa de apostas para uma outra casa, o Tribunal de Contas do Estado (TCE), o palácio de vidro da Avenida Fernandes Lima. Para costurar os acordos e garantir maioria fechada ao deputado Antônio Albuquerque (PFL), explicitamente apoiado pelo governador eleito Teotonio Vilela Filho (PSDB), para a administração da Casa, alguns nomes da Assembléia acabaram encontrando a chance de ouro para entrar no TCE. O cargo de conselheiro é recheado de regalias. Para começar, o salário é de R$ 11,5 mil, com direito a um gabinete luxuoso e mais quinze assessores, com folhas salariais superiores a R$ 2 mil. ### Deputados-candidatos não apoiam Téo As vagas de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) entraram nas negociações para facilitar a mudança de lado de alguns deputados, bastante ligados ao atual presidente da Assembléia Legislativa, deputado Celso Luiz (MD). Os três deputados que tentam a vaga no tribunal não apoiaram o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) nas eleições, mas o deputado federal João Lyra (PTB). ### Presidência do TCE passa por acordo Apesar de a vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE) estar agitando os deputados nos bastidores da Assembléia Legislativa, no outro pólo, a presidência do TCE despertou interesse porque pode se transformar em outro braço do chamado ?pacote governamental?: a eleição de uma pessoa de consenso com o governo e as instituições, vistas como ?ponto chave? a partir de 2007. O ?pacote governamental? é um conjunto de nomes vistos pelo futuro governo como de consenso e com possibilidade de traçar ações de forma menos burocrática para acelerar as decisões do governo. ### Novo presidente é fruto de consenso Isnaldo Bulhões, o pai, é nome de consenso inclusive na análise das contas do governo Ronaldo Lessa (PDT), em 2007, apesar dos desentendimentos entre o atual governo e o futuro, no encontro de contas da administração estadual. Estes desentendimentos não devem prevalecer em 2007. Bulhões foi o conselheiro-relator das contas de Lessa e aprovou, em dezembro do ano passado, as contas do governo do Estado, apontando um déficit de R$ 351,3 milhões no fundo de aposentadorias e pensões do Estado, o Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Alagoas (Ipaseal), hoje extinto. ///

Relacionadas