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Futuro do Congresso passa por Alagoas

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| ODILON RIOS Repórter Se Alagoas não vai bem das pernas na economia e no social, no campo político o Estado é destaque nacional, com dois alagoanos no olho do furacão, como candidatos à reeleição nos dois principais cargos do Congresso Nacional: as presidências do Senado Federal, com o senador Renan Calheiros (PMDB), e da Câmara dos Deputados, com o deputado viçosense, mas sempre eleito por São Paulo, Aldo Rebelo (PCdoB). O destino dos dois depende de uma série de conjunções políticas, entre elas o apoio declarado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; as desavenças no PMDB e do PT, a implosão do baixo clero nas duas casas e chegada de outras candidaturas. ### Reeleição de Renan e Aldo une inimigos Enquanto em Brasília, PT, PCdoB, PSDB e PMDB estão em lados opostos nas eleições para a mesa diretora da Câmara dos Deputados e do Senado, em Alagoas o cenário é bem diferente: os quatro partidos apostam nas reeleições do presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB). Até os petistas e os tucanos, ferrenhos adversários no front da política alagoana, principalmente depois das eleições, tanto deputados federais como estaduais, acabaram se unindo no apoio a Rebelo e Renan. s?. Ele preferiu não opinar sobre a suposta ?rifa? da vaga do Tribunal de Contas da União (TCU). ### Téo monta cenário do ?paz e amor? A inauguração do cenário ?paz e amor? com os petistas locais, nas eleições para a presidência da Câmara dos Deputados e Senado foi costurada pelo governador Teotonio Vilela Filho (PSDB). Ele confirmou na semana passada os entendimentos com o tucanato nacional. ?A maioria dos senadores [do PSDB] prefere Renan como presidente?, afirmou Vilela. ### Bomfim: coalizão para reeleger Aldo Há 36 anos membro do PCdoB alagoano, o ex-deputado federal Eduardo Bomfim defende uma idéia que parece não ter sido ainda discutida no contexto nacional, quando o assunto são as eleições na Câmara e no Senado: a coalizão de forças em torno de candidaturas. ?Deve existir sim a fusão de forças de esquerda, centro-esquerda e centro. Não se governa um País sozinho. Acho que na Câmara podemos ter isso. Mas, creio que a tendência é se apoiar as candidaturas de Aldo e Renan?, apontou. ///

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