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Política

Legislativo e Judici�rio cobram repasses

| ODILON RIOS Repórter Hoje é o último dia útil de gestão oficial dos oito anos dos governos Ronaldo Lessa (PDT) e Luis Abílio (PDT), que governaram Alagoas de 1999 a 2007. Apesar do feriado bancário – a rede nacional fecha para balanço – o governo tem

Por | Edição do dia 29/12/2006 - Matéria atualizada em 29/12/2006 às 00h00

| ODILON RIOS Repórter Hoje é o último dia útil de gestão oficial dos oito anos dos governos Ronaldo Lessa (PDT) e Luis Abílio (PDT), que governaram Alagoas de 1999 a 2007. Apesar do feriado bancário – a rede nacional fecha para balanço – o governo tem que fechar suas contas, senão ficam os restos a pagar para o governador eleito Teotonio Vilela Filho (PSDB), que toma posse na segunda, 1º de janeiro. Mas há indicativos que apontam para um clima de caos no fechamento contábil e fiscal da era Lessa/Abílio. Além dos credores com medo de calote, dos prestadores de serviço que temem não receber seus últimos salários, o governo não havia liberado, até o fim da noite de ontem, o pagamento do duodécimo (verbas de custeio mensal) do Tribunal de Contas do Estado (TCE), da Assembléia Legislativa, do Tribunal de Justiça e do Ministério Público Estadual (MPE). ### Bolsistas trocam insultos com Abílio Bolsistas de escolas públicas, sem receber salário há quatro meses, ameaçam tocar fogo, hoje, nas cadernetas escolares, diante do Palácio Floriano Peixoto, na Praça dos Martírios, caso o governador Luis Abílio não pague o valor das bolsas, entre R$ 350 e R$ 750. Eles reclamam que foram ameaçados pelo diretor de ensino da Secretaria de Educação, Neilton Nunes. “Ele nos disse que se a gente não fosse trabalhar mais, mesmo com o salário atrasado, ele nos tiraria da folha de pagamento”, contou o bolsista Edno Júnior. A Gazeta tentou mas não conseguiu localizar o diretor de ensino. ### Governo elogia diretor sob suspeita A exoneração do diretor do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), tenente-coronel João Marinho, em cuja gestão foram detectadas irregularidades, constatadas pela Controladoria Geral do Estado (CGE), foi comentada pelo governador Luis Abílio (PDT). “Ele pediu para se afastar. Ele é um profissional competente, confio nele, mas, infelizmente, as coisas aconteceram e ele mostrou a grandeza de caráter e pediu para se afastar”, contou. ///

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