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T�o vai ao MEC para tentar acabar crise

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| ODILON RIOS Repórter A crise no setor da Educação pública em Alagoas, com toda rede de ensino sem aulas e sem matrículas, provocada pelo impasse nas negociações com professores, em greve há mais de três semanas, forçou o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) a pedir socorro, mais uma vez, em Brasília. Ele tem encontro, na próxima quinta, 8, com o ministro da Educação, Fernando Haddad, em uma tentativa de captar recursos para contornar o impasse gerado quanto ao pagamento da isonomia da categoria, principal foco da paralisação, que incluiu a ocupação dos prédios das secretarias da Fazenda e da Educação. ### Estado quer anular sessão da ALE No almoço com os deputados governistas, após a vitória do grupo do presidente eleito da Assembléia, Antônio Albuquerque, na semana passada, Teotonio reabriu as portas do centenário Palácio Floriano Peixoto para os parlamentares e convidados. O governador revelou aos deputados que vai questionar, na Justiça, a sessão do dia 26 de janeiro, que derrubou o decreto que suspendia os aumentos salariais dos servidores públicos, concedidos ano passado. Na mesma sessão, foi aprovada a volta de 1.200 trabalhadores do antigo Programa de Demissão Voluntária (PDV), do governo Divaldo Suruagy (1995/97) para o governo. ### Ex-presidente da CDL assume o Lifal Diante da crise que ainda permanece, o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) empossou ontem, o ex-diretor da Câmara dos Dirijentes Lojistas (CDL) Wilson Barreto na presidência do Laboratório Industrial Farmacêutico de Alagoas S.A., o Lifal. Ele foi indicado pelo PSB e pelo vice-governador José Wanderley Neto (PMDB) para o cargo. Como mais uma forma de evitar a debandada dos socialistas do cargo, Vilela transformou a solenidade em descontração e até brincou sobre a situação do Lifal, com uma dívida de R$ 60 milhões. ?Espero não estar entregando um presente de grego?. ///

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