Política
TJ aguardar� PF para pedir ressarcimento
| Patrícia Bastos Repórter Até o fim das investigações da Polícia Federal, o Tribunal de Justiça (TJ) não deverá se manifestar sobre o desfalque de R$ 1,6 milhão, desviado por meio de ordens bancárias para o pagamento de despesas de custeio e de diárias à juízes e desembargadores. O juiz auxiliar da presidência do TJ, Manoel Cavalcante, resolveu não responder à nota oficial da Caixa Econômica Federal (CEF), reafirmando que não foram encontrados indícios de ?dolo? ? ou intenção ?, na conduta dos funcionários do banco responsáveis por efetuar as transações bancárias do TJ. ### Auditoria em folha foi feita após denúncia O Tribunal de Justiça (TJ) não tem conhecimento do teor da auditoria realizada por técnicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Tribunal de Contas da União (TCU), cujo relatório foi finalizado na semana passada. Conforme a Gazeta publicou no último domingo, o conselheiro Paulo Lôbo afirmou que informações preliminares da investigação detectaram possíveis irregularidades na folha de pessoal feita em gestões anteriores, em que os pagamentos feitos a desembargadores, juízes e servidores têm origem duvidosa. ///