Política
Lei Seca ainda longe de sair do papel
| Odilon Rios Repórter A Lei Seca, instituída em junho pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Segurança Pública e sancionada pelo governador Teotonio Vilela Filho no mês passado, não tem prazo para sair do papel. A medida, que prevê o fechamento de bares e restaurantes com comércio de bebida alcoólica em lugares com os maiores índices de violência, enfrenta burocracia nos órgãos de segurança pública e resistência na população. Por enquanto, os bairros nobres estão de fora da lista. Os bairros periféricos que lideram a relação são Benedito Bentes e Vergel do Lago. O assunto foi debatido ontem, em mais uma reunião do GGI. ### Emissão de TCO gera controvérsia Além da Lei Seca, outro assunto de difícil consenso ontem no GGI diz respeito à lavratura do Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por parte da Polícia Militar. A pendenga será resolvida pela Procuradoria Geral do Estado (PGE). A decisão foi tomada do governador Teotonio Vilela Filho. Caberá à PGE decidir pela legalidade ou não do TCO lavrado por militares, além dos civis. A idéia, defendida pela Polícia Militar, é rejeitada pela Polícia Civil. ///