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Rombo no TJ ainda sem esclarecimento

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GILVAN FERREIRA Repórter Apesar de oito meses da sua descoberta e cinco meses de investigações, a Polícia Federal ainda não tem respostas para desvendar o intricado esquema que desviou, em quatros anos, R$ 1,6 milhão das contas do Tribunal de Justiça de Alagoas na Caixa Econômica Federal (CEF), revelado com exclusividade pela Gazeta em abril deste ano. O rombo foi descoberto em fevereiro deste ano, depois que uma funcionária que tirava férias do gerente que administrava a movimentação financeira do TJ, Paulo César Carvalho de Lima, suspeitou de transferências supostamente ilegais efetuadas por um dos funcionários da direção financeira do Tribunal de Justiça, Ivanildo de Oliveira Farias, e comunicou o fato ao então presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, desembargador Estácio Gama. ### MPF também investiga desvio milionário Além da Polícia Federal, as investigações sobre o esquema de desvio de recursos do Tribunal de Justiça de Alagoas vêm sendo acompanhadas pelo procurador da República Marcelo Toledo. A participação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal na investigação ocorre pela suspeita de funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF) na fraude. Segundo a assessoria do MPF, ainda não é possível repassar nenhuma informação sobre o caso por ainda estar na fase de inquérito policial que corre em segredo de justiça. O MPF só vai se pronunciar quando o inquérito for transformado em processo. ### Culpa ainda recai sobre o suspeito número um As declarações do advogado Rogério Aragão reforçam a tese defendida pelo comando do Tribunal de Justiça e policiais federais que acompanham o caso, que sugerem que Ivanildo de Oliveira não agiu sozinho no esquema de desvio de R$ 1,6 milhão dos cofres do Judiciário. Ao ser questionado sobre os supostos nomes de pessoas que foram citadas por Ivanildo de Oliveira que tiveram participação no golpe, o advogado Rogério Aragão mantém uma posição concreta, mas faz uma importante revelação que sugere a suposta tentativa de responsabilizar um funcionário ?menor? da Caixa Econômica como tendo participado do desvio de recursos do TJ. ///

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