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Davi Soares Repórter O noticiário da semana passada foi marcado por denúncias de tortura e fuga de presos do sistema prisional, morte de assaltante em Ipioca, assassinato de vítima de assalto na Ponta Verde, prisão de jovens envolvidos no tráfico de drogas no Conjunto Virgem dos Pobres, assalto a um hotel na Ponta Verde e até mesmo a prisão de um ex-marido que tentou matar a esposa na porta da Delegacia de Plantão 3, no Centro. Enquanto a relação dos crimes cresce, ocupando cada vez mais espaço nas páginas dos jornais, o Estado tenta desenvolver frentes de combate ao crime em organismos nascidos da onda de violência intensificada a cada ano e que deixou as autoridades em alerta desde o seqüestro do juiz Paulo Zacarias, presidente da Associação dos Magistrados de Alagoas (Almagis). ### Deliberações pela metade Das 11 deliberações centrais resultantes de debates dentro do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), oito estão pendentes ou foram realizadas parcialmente. Na opinião dos membros, os avanços do GGI se devem às informações coletadas voltadas para o combate à criminalidade. O GGI de Alagoas é considerado um dos quatro melhores do País, entre os 20 gabinetes implantados nos demais Estados do Brasil. A avaliação foi feita pelo representante da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), que esteve em Alagoas na 16ª reunião do comitê, realizada no dia 3 deste mês. ### GGI, Gecoc, Vara Criminal, Conselho... Mesmo com os avanços obtidos pelas discussões do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), membros natos do comitê ainda consideram que o progresso não foi suficiente. ?O GGI deveria ser [e não é] um instrumento para encontrar mecanismos para combater a criminalidade. Deveria agir com mais profundidade e ser mais utilizado?, diz o diretor-geral da Polícia Civil, Carlos Alberto Reis. O delegado da Polícia Federal e membro nato do GGI, Joacir Avelino, que atua no Estado desde 1991, afirma nunca ter imaginado que a criminalidade em Alagoas chegasse ao patamar que se encontra hoje. ///

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