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Deputados afastados recorrem ao TJ

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| GILVAN FERREIRA Repórter Os advogados dos seis deputados afastados da Mesa Diretora da Assembléia Legislativa deram entrada ontem à tarde com um recurso no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) para tentar anular a decisão do desembargador-presidente José de Hollanda Ferreira, que manteve os parlamentares afastados do comando do Poder Legislativo. No recurso, os advogados dos parlamentares alegam que o presidente do Tribunal Justiça não teria competência para suspender decisão do desembargador Juarez Marques Luz e que essa decisão só poderia ser revogada pelo Pleno do TJ, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e em última instância pelo Supremo Tribunal Federal (STF). ### Auditores se apresentarão à Mesa Diretora na próxima 3ª |Patrícia Bastos Repórter A comissão de auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE) se apresentará à presidência da Assembléia Legislativa, na próxima terça-feira. A formalização da auditoria estava prevista para ser feita ontem, mas conforme a assessoria do tribunal, os técnicos tiveram dúvidas sobre a quem destinar o ofício, devido à ação judicial que ratificou o afastamento da Mesa Diretora do Legislativo. Ontem pela manhã, a comissão ? formada por dois procuradores e três técnicos auditores do quadro do TC ? se reuniu pela primeira vez para traçar o organograma da auditoria. Para facilitar as investigações, o presidente do Tribunal de Contas, conselheiro Isnaldo Bulhões, não delimitou prazo para a conclusão dos trabalhos e os auditores preferem não revelar a metodologia das investigações. ### MP começa a investigar promotor e procurador Paralela à preparação da ação para condenar os deputados pelo desvio de R$ 280 milhões, o Ministério Público instaurou dois procedimentos investigatórios para apurar o envolvimento de um promotor e de um procurador de Justiça com deputados indiciados na Operação Taturana. Nos despachos publicados quinta-feira e ontem no Diário Oficial, o procurador-geral de Justiça, Coaracy Fonseca, não revela os nomes dos integrantes do Ministério Público que estão sob investigação e afirma que a apuração deve correr em segredo de justiça, uma vez que promotor e procurador têm foro especial. ///

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