Política
Tem coisa que pode, tem coisa que n�o pode
Quando comecei a trabalhar na redação do ?Estadão?, em meados da década de 60 do século passado, ouvi pela primeira vez a frase que dá título a este artigo. O autor é o jornalista Frederico Branco, que morreu em 2001, depois de exercer o ofício por 45 anos, marcando época como editor de noticiário internacional, sem saber que sua singela filosofia de vida serviria de inspiração para a criação do primeiro código brasileiro de auto-regulamentação. Neste mês de abril, quando o Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária, que daria origem ao Conar, completa trinta anos de bons e gratuitos serviços prestados à sociedade brasileira em defesa da ética no exercício da atividade e dos direitos dos consumidores, o País tem muitos motivos para comemorar essa experiência pioneira. (*) É jornalista. ///