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Novatos exigem seus direitos na ALE

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Em crise há cinco meses, desencadeada com o início da Operação Taturana, que descobriu o esquema de desvio de recursos, por parte de parlamentares, dos cofres da Assembléia Legislativa, o Poder Legislativo aparenta não ter forças para superar os seus atuais problemas, agravados com a falta de comando da Casa. A situação não se acalmou com a ascensão dos suplentes de deputados, que assumiram, na última quarta-feira, as primeiras quatro das nove vagas abertas com o afastamento do cargo dos deputados titulares. Assumiram Jeferson Morais (DEM), José Maria Tenório (PMN), Dino Filho (PTdoB) e George Clemente (PSB), nos lugares de Antônio Albuquerque (sem partido), Maurício Tavares (PTB), Edival Gaia (PSDB) e Dudu Albuquerque (PSB). ### Grupo mudará correlação de forças Além de cobrar seus direitos, os deputados novatos também devem ajudar a mudar a correlação de forças na Assembléia Legislativa, que até antes do desencadeamento da Operação Taturana, estava centralizada nas mãos do deputado Antônio Albuquerque, que chegou a montar uma bancada de 23 dos 27 parlamentares da Casa, que obedeciam às suas ordens e desejos. Foi com o apoio dessa bancada que Albuquerque impôs algumas derrotas ao governo, conseguiu ?ganhar? mais dois anos na presidência do Legislativo, ao antecipar a eleição da Mesa Diretora. Ele também utilizou sua influência entre os parlamentares para levar a sua irmã, Rosa Albuquerque, ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). ///

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