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Suplentes ganhar�o verba e assessores

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Os quatro suplentes de deputados estaduais que na semana passada assumiram os cargos de titulares na Assembléia Legislativa, por conta da decisão do desembargador Antônio Sapucaia de afastar parlamentares indiciados na Operação Taturana, devem conquistar o direito de indicar os funcionários dos seus gabinetes (até 30 servidores) e a cota da verba de gabinete de R$ 39 mil. A efetivação dessas medidas, que foi prometida pelo novo presidente da Mesa Diretora, Fernando Toledo (PSDB), aos deputados Jeferson Moraes (DEM), José Maria Tenório (PMN), George Clemente (PSB) e Dino Filho (PTdoB), atinge diretamente os deputados Antônio Albuquerque (sem partido), Edval Gaia Filho (PSDB), Maurício Tavares (PTB) e Dudu Albuquerque (PSB), que foram afastados dos cargos, no último dia 19 de março, e, a partir de agora, perdem os últimos privilégios. Os quatro parlamentares afastados só terão direito ao salário de deputado, no valor de R$ 9.600, como determinou o desembargador Antônio Sapucaia. ### Sexta reassume liderança do governo O deputado estadual Alberto Sextafeira (PSB) retoma, na próxima terça-feira, o cargo de líder da bancada do governo na Assembléia Legislativa, que estava vago desde o dia 19 de março, quando o parlamentar deixou a função para comandar interinamente a Mesa Diretora da Casa. Desde o pedido de afastamento de Sextafeira da liderança, o governo se ressentia de um articulador na ALE, o que levou a derrotas consecutivas na Casa, principalmente na votação de projetos importantes para o Estado. ### Deputado denuncia vereadores no MP O deputado estadual Carlos Cavalcante (PTdoB) encaminhou ontem ao procurador-geral de Justiça, Coaracy Fonseca, o pedido de abertura de processo para apurar a denúncia de que os vereadores Adriano dos Santos, do município de São Braz, e Kléber Calazans, de Porto Real do Colégio, até o mês passado, vinham recebendo ilegalmente salários pagos pela Assembléia Legislativa, nas folhas 108 e 101. Os dois vereadores da região do Baixo São Francisco aparecem em situações idênticas a do prefeito do município de Pilar, Oziel Barros (PTdoB), e do vereador do município de Rio Largo, Toninho Lins (PSB), que também estavam recebendo ilegalmente salários dos cofres da Assembléia Legislativa. ///

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