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Briga por vagas pode paralisar o TJ-AL

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Por conta da suspensão do processo seletivo de desembargador por merecimento e das indefinições sobre as eleições do Quinto Constitucional, o Tribunal de Justiça terá que recorrer à convocação de juízes substitutos para evitar uma paralisação das atividades da instância máxima do Judiciário alagoano, mostrando que, se do lado de fora o Tribunal de Justiça apresenta uma imagem de solidez e organização, do lado de dentro é possível perceber que está desarrumado. Quando o juiz James Magalhães, que há um ano atua como substituto no pleno do Judiciário e na Segunda Câmara Cível, for nomeado oficialmente desembargador na vaga a ser preenchida pelo critério de antigüidade, no lugar de Antônio Sapucaia, que se aposenta no próximo dia 30, o Judiciário vai ficar com as duas Câmaras Cíveis desfalcadas e por isso, impedidas de funcionar. ### Quinto Constitucional se arrasta há 1 ano Com a ?efetivação? de James Magalhães como desembargador no início de junho, após a aposentadoria de Antônio Sapucaia, o pleno do Tribunal de Justiça deverá chamar outro juiz para ocupar a cadeira que antes pertencia ao desembargador Fernando Tourinho. Pela lista de antigüidade, o convocado será o titular da 2ª Vara Cível, Eduardo José de Andrade, que não está disputando a vaga por merecimento, mas que coincidentemente assinou o processo que modifica o critério de escolha junto com a juíza Graça Gurgel. ### Almagis quer ampliar para 20 a composição do pleno Paralelo aos problemas para preencher as vagas de desembargador, o Tribunal de Justiça discute ainda a possibilidade de aumentar a quantidade de componentes do pleno. A Associação Alagoana dos Magistrados (Almagis) apresentou pela segunda vez o projeto de um pleno composto por vinte desembargadores. Dentre os Estados do Nordeste, Alagoas e Piauí são os únicos cuja composição da Corte do Judiciário é inferior a uma dúzia. Até mesmo Sergipe, que tem uma área menor, possui um desembargador a mais que Alagoas. Para o presidente da Almagis, Maurílio Ferraz, o Estado passou por várias transformações nos últimos 50 anos, embora o tamanho do pleno do Tribunal de Justiça tenha permanecido o mesmo. ///

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