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Nº 5757
Política

Confira os destaques da política nacional #CH11072024

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Por Cláudio Humberto | Edição do dia 11/07/2024 - Matéria atualizada em 11/07/2024 às 04h00

Estranha ligação a irmãos Batista complica ministro

Alexandre Silveira (Minas e Energia) terá que explicar os 17 encontros fora da agenda com executivos da Âmbar Energia, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. Na sequência, o presidente Lula (PT) assinou medida provisória transferindo para a conta de luz dos brasileiros uma dívida bilionária da Amazonas Energia dois dias antes de a dupla fechar a compra da empresa. “Esse governo continua com as mesmas práticas”, diz Marcos Pollon (PL-MS), referindo-se à história de corrupção petista.


Beijando cobra na boca

As reuniões fora da agenda ligaram o alerta no Congresso, por isso o deputado Marcos Pollon requereu a convocação do ministro para depor.


Sobrou pra geral

Pollon também quer a convocação de Rui Costa (Casa Civil). Vê possível favorecimento aos irmãos Batista com a edição da medida provisória.


Tem coisa aí

A Âmbar é acusada de descumprir contrato emergencial de 2021. Cabo Gilberto Silva (PL-PB) suspeita de tráfico de influência e concussão.


Deputado profeta

O deputado Rodrigo Valadares (União-SE) já havia alertado no podcast Diário do Poder que os irmãos Batistas “voltaram com tudo”.


Lira diz que é ‘fake’ sua indicação para chanceler

Diplomatas bem posicionados trabalham com a certeza, e até com a esperança, de que o presidente Lula irá se livrar do chanceler decorativo Mauro Vieira e nomear o presidente da Câmara dos Deputados para o cargo de ministro das Relações Exteriores, no início de 2025. Com ou sem Lira, esses diplomatas querem o Itamaraty recuperando prestígio, com um ministro com força política de fato relevante. Porém, à coluna, o deputado Arthur Lira (PP-AL) negou essa possibilidade: “É fake news”.


Submissão

Desde que assumiu, Lula confia ao assessor Celso Amorim as missões mais relevantes, reservando a Vieira papel de ministro semidesocupado.


Papel acessório

Tido como chanceler “decorativo”, Mauro Vieira exerce apenas papel protocolar, sem participar efetivamente da formulação de política externa.


Batendo asas

Sem ter o que fazer, Mauro Vieira preenche o tempo com tolices como a elaborar sua árvore genealógica, como em recente visita vazia à Suíça


Abuso de poder

A pelegada ligada a funcionários gasta rios de dinheiro em campanha milionária que divulga fake news nas rádios de Brasília contra a PEC que amplia a autonomia e torna o Banco Central empresa pública. A serviço do PT, o ativismo clama por um processo de abuso de poder econômico.


Bênção

Para diminuir resistência da oposição ao texto que regulamenta a reforma tributária, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), procurou Jair Bolsonaro nesta quarta (10). Pediu o apoio do ex-presidente.


Pernas curtíssimas

Kim Kataguiri (União-SP) pegou Tabata Amaral (PSB-SP) no contrapé ao dizer que votou pelo aumento de pena para o crime de receptação. Expôs print com presença da deputada registrada, mas sem o voto.


Zé do Taxão

Viralizou nas redes sociais montagem do ministro Fernando Haddad (Fazenda), caracterizado como o célebre Zé do Caixão, personagem de José Mojica Marins, mas chamado de “Zé do Taxão”.


Pantanal em chamas

Enquanto a ministra conta lorotas, boletim do próprio Ministério do Meio Ambiente registra que o Pantanal continua devastado pelo fogo: 61.250 hectares destruídos na última semana, duas vezes o tamanho de BH.


Itamaraty não apura

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), protestou contra o pedido de desculpas do Itamaraty ao Gabão e Burkina Faso pela abordagem “racista” de PMs a filhos de diplomatas: “Atacar a polícia antes de saber o que aconteceu é muito fácil”, protestou.


Moro vota contra

O Senador Sérgio Moro (União-PR) avalia que a reforma tributária discrimina Estados do Sul e Sudeste por conceder benefícios para montadoras de veículos do Nordeste. Já declarou voto contra.


Senado de cócoras

Prevista para quarta (10), a votação da PEC do Marco Temporal ficou para outubro na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, em nova mostra de subserviência da dupla Rodrigo Pacheco/Davi Alcolumbre.


Pensando bem…

…vinte centavos já é muito, 26,5% é PT.

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