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Obras do PAC mudam rotina de bairros

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Quase um mês após o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) assinar as ordens de serviço, as cinco principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em Maceió começam a ser tocadas, mudando inclusive a rotina de alguns bairros da capital. No total, o governo do Estado e a União estão investindo, juntos, R$ 239,5 milhões em dois projetos na área de habitação e urbanização e três em saneamento básico. Na área de habitação, os recursos do PAC serão investidos na construção de casas populares, no Vale do Reginaldo e na região da orla lagunar, visando atender à comunidade que hoje mora na favela Sururu de Capote. Já na área de saneamento vem sendo executada a ampliação da coleta e do tratamento de esgoto nas regiões da Pajuçara e da chamada Baixa Maceió, além da orla lagunar. ### ?Nunca tinha visto nada assim? Depois do Vale do Reginaldo, o segundo maior volume de recursos do PAC em Maceió vem sendo aplicado na construção de casas e no saneamento da orla lagunar. Juntos, os dois projetos somam R$ 70 milhões, sendo a contrapartida do Estado no valor de R$ 5 milhões para cada obra. As casas serão construídas para atender as comunidades de pescadores e marisqueiras que moram às margens da Lagoa Mundaú. Pelo projeto, serão construídas um total de 1.181 moradias, sendo 360 apartamentos e 821 casas. ?O projeto vai atender famílias que vivem nas piores condições de habitalidade possíveis, espremidas em barracos de lona, sem higiene e privadas de direitos básicos?, observa o secretário Marco Fireman. ### Área nobre também precisa de saneamento As obras do PAC na área de saneamento não vêm sendo realizadas apenas nos bairros pobres da capital. Elas também estão concentradas na região da orla marítima, totalizando o terceiro maior investimento do programa em Maceió, da ordem de R$ 49,5 milhões. No início do mês, o governo do Estado deu início ao esgotamento sanitário da Bacia da Pajuçara, no valor de R$ 35 milhões, e as obras de recuperação da rede de esgoto da Baixa Maceió, no total de R$ 14,5 milhões. A Bacia da Pajuçara ? com quase 50 quilômetros de extensão ? será formada por uma rede de esgoto que vai do bairro da Pajuçara até a região de Jacarecica. Nesse caso, assim como na orla lagunar, a obra pretende despoluir parte da orla marítima da capital. As obras foram iniciadas numa série de ruas transversais do bairro de Stella Maris, obrigando, inclusive, os moradores a adotarem vias alternativas de tráfego. ///

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