Política
Prefeito � cassado por compra de voto
O prefeito de Anadia, José Edmundo Dâmaso Barros (PSDB), teve seu mandato cassado pelo Pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AL) na sessão realizada na tarde de ontem. Ele é acusado de ter comprado votos nas eleições de 2004. Na mesma sessão, os membros do TRE decidiram pela cassação de José Cícero Almeida de Siqueira (PTB), o sexto vereador de União dos Palmares a perder o mandato por infidelidade partidária. O prefeito de Atalaia foi cassado por unanimidade dos votos e deixa o cargo depois de passar sete anos e sete meses à frente da prefeitura. De acordo com a decisão do TRE, quem assume a vaga de Dâmaso, ?imediatamente?, é a segunda colocada nas eleições de 2004, Sânia Tereza Teixeira (PT). Isso porque o crime eleitoral teria sido praticado em favor da chapa completa, excluído-se a possibilidade de que a atual vice-prefeita, Ana Lúcia Fidélis (PSDB), assuma a vaga. ### Seguem impugnações no interior de AL Já passa de cem o número de impugnações de candidaturas feitas pelo Ministério Público Eleitoral (MP). Somente ontem foram divulgadas as impugnações de mais 12 candidatos nos municípios de Novo Lino, Colônia Leopoldina e Passo do Camaragibe. Duas impugnações já foram julgadas e os registros de candidaturas de dois vereadores foram indeferidos em Novo Lino. Um dos impugnados teve seu nome publicado na lista de candidatos com ficha suja divulgada na última sexta-feira (25), pela Associação Alagoana dos Magistrados (Almagis). ### Ex-prefeito é denunciado pelo MPF | DA REDAÇÃO O Ministério Público Federal em Alagoas (MPF/AL) denunciou o ex-prefeito de Piaçabuçu, Francisco Ramos da Silva, por desvio de recursos públicos federais destinados à educação, repassados por meio de convênio firmado em 1996 entre o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e o município. A denúncia foi recebida pela Justiça e o processo nº 2008.80.00.003195-5 está tramitando na 4ª Vara Federal. Segundo o procurador da República Paulo Roberto Olegário de Sousa, a irregularidade foi constatada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), no julgamento de tomada de contas especial instaurado pelo FNDE. ///