loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
segunda-feira, 23/03/2026 | Ano | Nº 6186
Maceió, AL
31° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Política

Sem acordo

Profissionais da Educação de Maceió iniciam protestos por reajuste

Categoria reivindica aumento de 13,6%, mas município ofereceu apenas 4%, a ser aplicado em duas parcelas

Ouvir
Compartilhar
Educadores do município fizeram protesto no Centro de Convenções
Educadores do município fizeram protesto no Centro de Convenções | Foto: - Foto: Assessoria

Os trabalhadores da educação municipal de Maceió decidiram iniciar uma série de paralisações após a Prefeitura apresentar uma proposta de reajuste salarial de 4%, bem abaixo dos 13,6% reivindicados pela categoria. Ainda assim, o reajuste sugerido pela gestão municipal seria parcelado em duas vezes (2% em abril e 2% em outubro), além de um acréscimo de 5% previsto apenas para 2026.

A mobilização começou logo após a assembleia realizada pela categoria, com um protesto no Centro de Convenções, onde estava sendo realizada a Jornada Pedagógica da rede municipal. Professores e demais profissionais da educação levantaram cartazes e entoaram palavras de ordem, demonstrando indignação com a gestão do prefeito JHC. O ato teve grande adesão, culminando em uma manifestação silenciosa dentro do Teatro Gustavo Leite, onde os participantes foram aplaudidos por todos os presentes.

De acordo com a presidente do Sinteal, Izael Ribeiro, a insatisfação da categoria vai além da questão salarial. “A Prefeitura precisa valorizar os profissionais da Educação em Maceió, com salários justos e melhores condições de trabalho. Nossa luta não é apenas por ganho financeiro, mas por uma educação de qualidade na capital alagoana”, destacou.

“A categoria não pode aceitar uma proposta injusta como essa. Maceió é massa pra quem? Certamente, não para os trabalhadores da educação”, afirmou a vice-presidenta do Sinteal, Consuelo Correia, reforçando a indignação da classe.

Além de protestos presenciais, a estratégia inclui ações nas redes sociais. Também estão previstas reuniões nas escolas para engajar a comunidade escolar na luta da categoria.

Relacionadas