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Coaracy e Omar voltam a trocar farpas

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A discussão sobre pedir ou não o afastamento de mais cinco deputados indiciados na Operação Taturana foi ampliada, ontem, com a troca de farpas entre o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AL), Omar Coelho, e o procurador-geral de Justiça, Coaracy Fonseca. O primeiro a partir para o ataque ontem foi Fonseca, que classificou como ?leviano e desairoso? o ofício enviado por Omar, com o terceiro pedido da OAB para que o MP afastasse o restante dos deputados ?taturânicos?. Irritado, o procurador insinuou que o pedido de Omar seria uma forma de induzir o MP ao erro de provocar um efeito cascata, que faria com que todos os afastados retornassem aos seus cargos. ### Ampal sai em defesa do MP e prega diálogo O presidente da Associação do Ministério Público de Alagoas (Ampal), promotor Eduardo Tavares, defendeu, ontem, o Ministério Público (MP). Por meio de nota divulgada à imprensa, ele garantiu que a instituição não estaria perseguindo nem favorecendo nenhum dos envolvidos no desvio de R$ 300 milhões da Assembléia Legislativa e lançou suspeitas sobre a possibilidade de haver outros interesses da OAB/AL ao tornar público o questionamento que fez ao MP. ?Não entendemos por que razão, no tocante ao pedido de afastamento dos quatro deputados, a Ordem fez questão de maximizar a divulgação do ofício, como se houvesse algum propósito particular por trás de tudo isso. Excluído esse detalhe, consideramos salutar e necessária a existência de um permanente canal de comunicação entre as instituições, em todos os níveis?, afirma. ///

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