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Cobran�a de ped�gio gera cr�ticas na ALE

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A cobrança de pedágio na AL-101 Sul a partir de 2010 movimentou a sessão de ontem na Assembléia Legislativa de Alagoas e levantou críticas dos deputados. O assunto foi tema de reportagem da Gazeta no último domingo e acabou gerando debate entre os parlamentares, que cobram do governo do Estado uma explicação ?convincente? para a aplicação da taxa. O primeiro a se manifestar contrário ao pedágio foi o deputado Pastor João Carlos (PTB), que ocupou a tribuna da Casa para falar de sua preocupação em relação às conseqüências que o tributo poderá trazer, principalmente para os motoristas que precisam circular diariamente pela rodovia. ?Já foram liberados R$ 30 milhões para a duplicação da AL-101 Sul, de Maceió até a Barra de São Miguel. Um emplacamento de carro não custa menos de R$ 400. Sabemos da importância da obra, mas os alagoanos não agüentam mais tantos impostos. É uma carga muito grande?, afirmou o deputado citando ainda o que considera um excesso: ?As cobranças de multas no trânsito, na capital e no interior, especialmente em Arapiraca?. ### Violência volta à tona durante sessão A falta de segurança e a violência que dominam o noticiário local e assustam o alagoano voltaram ao plenário da Assembléia Legislativa com toda força, ontem, durante sessão onde não faltaram críticas dos deputados ao governo do Estado e cobranças endereçadas ao secretário de Defesa Social, Paulo Rubim. A morte da aposentada Floraci Gomes, 78 anos, vítima de agressões praticadas por um jovem de classe média alta, usuário de drogas, foi citada pelos deputados como um fato ?para o qual não há justificativa por parte do comando da segurança?. O deputado Dino Filho (PTdoB) fez uso da palavra, disse que ?é preciso repensar a segurança pública do Estado?, e sugeriu até que haja intervenção federal para barrar a violência. ### Bens seqüestrados são liberados O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, desembargador José Fernandes de Hollanda Ferreira, liberou, ontem, os bens dos deputados afastados da Assembléia Legislativa pela Operação Taturana, da Polícia Federal. Os bens haviam sido seqüestrados para que pudessem servir a um possível ressarcimento ao erário. No entanto, a defesa dos parlamentares, liderados pelo deputado Antônio Albuquerque (afastado), ex-presidente da ALE, que seria o ?chefe? do esquema criminoso que desviou quase R$ 300 milhões da Casa, recorreu à Justiça contra decisão do Ministério Público Estadual que autorizou o seqüestro dos bens. A defesa alegou ?invalidade do seqüestro, ante a ausência de fundamentação e de inconsistência do mérito?. ///

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