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Conselho de Seguran�a � questionado

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Desde as primeiras ações do Conselho Estadual de Segurança Pública contra a criminalidade e no combate a uma estrutura de segurança pública eivada de vícios que costumam até mesmo proteger atos criminosos cometidos por agentes de segurança, inúmeras reações positivas e negativas surgiram. Nas últimas sessões da Assembléia Legislativa do Estado (ALE), alguns questionamentos sobre o funcionamento e a representatividade do órgão foram feitos e revelaram o aparente desejo de alguns parlamentares contribuírem ou pelo menos conhecerem o conselho. Os deputados Jeferson Morais (DEM) e José Maria Tenório (PMN) são os que mais têm questionado a atuação e até mesmo a própria representatividade da Assembléia no Conselho, a quem acusam de não se aprofundar no que consideram ser questões fundamentais para a diminuição da violência em Alagoas. Jeferson Morais chegou até a formalizar um requerimento à Mesa Diretora pedindo informações sobre o decreto que criou o Conselho de Segurança. O objetivo é saber por que não há a participação de um parlamentar entre os conselheiros. ### Para Rubim, população ?deve mais é agradecer? As críticas de membros da Assembléia Legislativa a respeito da parcela de responsabilidade do Conselho de Segurança no combate aos crescentes casos de violência têm aparecido com freqüência, e diversificado o foco, que costumava ser direcionado aos secretários de Defesa Social. Para o secretário atual, Paulo Rubim, a sociedade ?precisa agradecer? pela existência do Conselho e tê-lo, com a 17ª Vara Criminal da Capital, como instituições legítimas de proteção da sociedade. Rubim afirma que a existência desses órgãos é um ato de democracia e de respeito às instituições, que representam efetivamente a sociedade. ///

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